Renovando o staff, Bélgica acerta com Thierry Henry para ser novo assistente técnico

Francês estava treinando as categorias de base do Arsenal até que saiu mês passado

Renovando o staff, Bélgica acerta com Thierry Henry para ser novo assistente técnico
Foto: Dean Mouhtaropoulos / Getty Images

Renovando seu staff para os dois que antecedem a Copa do Mundo da Rússia, a Bélgica já havia anunciado o técnico espanhol Roberto Martínez para o cargo de treinador, mas, nesta sexta-feira (26), confirmou também que o ídolo francês do Arsenal, Thierry Henry, será o assistente técnico do novo comandante dos Red Devils

Antes de assinar para tal papel pela Bélgica, Henry era comentarista de uma TV inglesa ao mesmo tempo que era o treinador do time sub-18 do Arsenal, tentando passar sua experiência para os jovens Gunners. O fato de trabalhar em dois lugares diferentes foi o principal motivo de Arsène Wenger ter falado ao antigo comandado que, para continuar nas categorias de base do clube, deveria deixar de comentar para a televisão. Ele acabou saindo no mês passado do trabalho no time do norte de Londres, o que deixou-o livre para assinar em outros lugares.

Pouco mais de um mês depois, a Bélgica se sentiu interessada e Martínez fez questão de trazer o francês para trabalhar em seu staff, acreditando que a mentalidade vencedora de Henry possa fazer a diferença nos jogadores Red Devils para a Copa do Mundo. "Ele [Henry] é alguém que já esteve na posição de desenvolver uma mentalidade de um time para buscar o sonho de conquistar ares maiores", comentou o espanhol. Thierry ganhou a Copa do Mundo pela França em 1998 e a Eurocopa em 2000. 

Nascido em Les Ulis, na França, Henry passou por cinco diferentes clubes em seus tempos de categorias de base, até se firmar no Monaco. No clube do principado, porém, acabou sendo revelado para o mundo em 1994, ficando até janeiro de 1999 no time francês, fazendo mais de 100 jogos defendendo tal camisa. Foi comprado pela Juventus, onde não obteve o sucesso de outrora e fora vendido para o Arsenal, no verão europeu do mesmo ano. Nos Gunners ficou oito anos, se tornando o maior artilheiro da história do clube e merecendo uma estátua em frente o Emirates Stadium.

Em 2007 assinou com o Barcelona, onde ganhou tudo o que podia dois anos mais tarde. Passado mais um ano, o New York Red Bull o comprou para ajudar na revitalização da MLS, a liga americana de futebol. Lá encerrou sua carreira em 2014.