Sevilla bate Atlético de Madrid e assume liderança provisória do Campeonato Espanhol

Equipe fez sua melhor atuação na temporada na vitória por 1 a 0 no Estádio Ramón Sánchez Pizjuán

Sevilla bate Atlético de Madrid e assume liderança provisória do Campeonato Espanhol
Sevilla
1 0
Atlético de Madrid
Sevilla: RICO, MERCADO, PAREJA, RAMI, ESCUDERO, MARIANO, N´ZONZI, NASRI, VITOLO, VIETO E MUDO VÁZQUEZ.
Atlético de Madrid: OBLAK, JUANFRAN, GODÍN, SAVIC, FILIPE LUIS, GABI, KOKE, CARRASCO (TIAGO, MIN.55), CORREA (GAITÁN, MIN.45), GRIEZMANN E GAMEIRO (TORRES, MIN.66).
Placar: 1-0, MIN. 73, N'ZONZI.
ÁRBITRO: MARTÍNEZ MUNUERA AMARELOU RAMI (MIN.6), N'ZONZI (MIN.37) , MARIANO (MIN. 80) DO SEVILLA E CORREA (MIN. 42), GABI (MIN. 43) DO ATLÉTICO DE MADRID. KOKE FOI EXPULSO POR DOIS AMARELOS (MIN. 61 E 77)
INCIDENCIAS: JOGO VÁLIDO PELA 9ª RODADA DO CAMPEONATO ESPANHOL 2015/16, DISPUTADO NO ESTÁDIO RAMÓN SÁNCHEZ PIZJUÁN, EM SEVILLA (ESP).

Em sua melhor atuação na temporada, o Sevilla bateu o invicto Atlético de Madrid por a 1 a 0, neste domingo (23). A vitória coloca o sevillistas na liderança provisória do Campeonato Espanhol 2016/17, ultrapassando Barcelona e o próprio Atlético. O gol da vitória foi marcado por Nzonzi, que faz uma espetacular temporada até aqui.

Tendo a bola nos pés – 60% do tempo, os comandados de Sampaoli mandaram no jogo, impedindo qualquer reação colchonera após abrir o placar. Mais uma vez, Samir Nasri comandou a equipe para a vitória.

A partida como um todo não teve grandes oportunidades de gol, mas sim, uma briga ferrenha por espaços e controle do jogo. Vencendo essa batalha, foi questão de tempo para que os mandantes marcassem e definissem a partida.

Ambas as equipes seguem na briga pelo título espanhol, agora com o Sevilla na frente, com 20 pontos e o Atlético com 18 – o Barcelona tem 19 e o Real 18, com um jogo a menos. Agora, terão a semana toda para treinamentos visando a próxima rodada. Os dois jogarão no próximo sábado (29): O Sevilla visita o Sporting Gijón e o Atlético de Madrid recebe o Málaga.

Primeiro tempo truncado e poucas oportunidades

Simeone manteve o sistema ofensivo das últimas partidas e esperava-se um jogo mais aberto. Não foi o que se viu. O 3-5-1-1 de Sampaoli se sobressaiu a manteve a bola. Mas não conseguia penetrar o sólido sistema defensivo do Atleti. A única chance criada foi aos 15 minutos, com Nzonzi de cabeça, mas sem muito perigo.

Por sua vez, o Atlético, mesmo sem a bola, conseguia oferecer mais perigo. Gameiro, ex-Sevilla, finalizou aos 16, mas Sergio Rico pegou com facilidade. No entanto, a melhor chance do primeiro tempo foi de Correa, aos 39. Godín lançou para o ataque, Gameiro apenas raspou de cabeça e Correa saiu de frente para o gol, mas apertado pela zaga, finalizou mal e para fora.

Mudanças táticas de Simeone não surtem efeito e Sevilla abre o placar

Vendo as dificuldades de sua equipe atacar, Simeone começou a fazer alterações, até mais cedo do que está acostumado a fazer. Ele tirou seus pontas, Correa e Carrasco, que pouco faziam no jogo para as entradas de Nico Gaitán e Tiago, na tentativa de ganhar o meio campo.

Mas o que se viu foi o contrário. O Sevilla passou a criar mais perigo para Oblak e ensaiava o primeiro gol. Aos 5 minutos, Nasri bateu na trave após grande jogada com Vietto e corte seco nos defensores colchoneros. No minuto seguinte, foi a vez de Vitolo.

Após cruzamento da direita, o ponta da seleção espanhola se desvencilhou dos zagueiros e apareceu de frente com Oblak. Ele finalizou de primeira, mas o esloveno foi bem e efetuou uma espetacular defesa.

Mas foi aos 28 minutos que o gol saiu. Tudo começou em um lateral no campo defensivo, cobrado na direção de Nzonzi. O francês desviou de cabeça para trás, fez o giro e disparou. Vietto, quem ficou com a bola, foi inteligentíssimo, e lançou para a disparada do francês. Quebrada a defesa alta do Atleti, Nzonzi colocou na frente e, cara a cara com Oblak, não desperdiçou.

Ainda deu tempo de Koke ser expulso pela primeira vez em sua carreira, após levar o segundo amarelo. Com um menos e com pouca criatividade, os visitantes nada puderam fazer para evitar a derrota.