Enigmático, Ibrahimovic descarta ex-clubes: “Você nunca volta para um time onde já fez história”

Atacante sueco deve assinar contrato com o Manchester United após a disputa da Eurocopa; Bayern surge como possível candidato

Enigmático, Ibrahimovic descarta ex-clubes: “Você nunca volta para um time onde já fez história”
Ibra está disputando a Eurocopa com a seleção da Suécia (Foto: Matthew Ashton/AMA/Getty Images)

Às vezes enigmático, às vezes polêmico. As entrevistas de Zlatan Ibrahimovic sempre ganham destaque na mídia internacional. À revista italiana GQ, o atacante sueco seguiu um tom misterioso para falar sobre seu futuro. Após não renovar contrato com o Paris Saint-Germain, o jogador, de 34 anos, deu a entender que não retornará a um clube cujo já defendeu.

Eu digo duas coisas, até mesmo contraditórias. A primeira é que você nunca se sabe. A segunda é que você nunca volta para um clube onde já fez história”, disse Ibrahimovic, que iniciou sua carreira no Malmö, da Suécia, e depois passou por Ajax, Juventus, Internazionale, Barcelona, Milan e PSG.

Ibra é capa da revista GQ (Foto: Divulgação/GQ)
Ibra é capa da revista GQ (Foto: Divulgação/GQ)

Segundo o canal inglês Sky Sports, o atacante entrou em acordo com o Manchester United e irá realizar exames médicos após a disputa da Eurocopa, na França, com a seleção da Suécia. O jornal Bild, porém, banca o interesse do Bayern de Munique em contar com Ibra. A arma do gigante alemão para convencer o atleta é Carlo Ancelotti, novo treinador do clube e que treinou Zlatan no PSG em 2012 e 2013. Eles estariam conversando secretamente.

Ainda na entrevista à magazine italiana, Ibrahimovic exaltou a Itália, país cujo atuou por Juventus, Internazionale e Milan. “Eu considero a Itália a minha segunda casa e o futebol italiano o mais bonito do mundo: há uma infinita paixão, quente, total. Algo que se parece ao meu modo de entender o esporte. E talvez até mesmo a vida”, afirmou.

Por fim, Ibra comentou sobre seu relacionamento com seus ex-treinadores. “Eu sou lembrado apenas pela discussão com Guardiola. Eu discuti com os outros, mesmo brigado, como é normal, mas nas coisas do campo. Eu era amigo de todos. Uma vez tive uma discussão que parti para a agressão com Zebina, um de meus companheiros de equipe. Eu bati nele. Eu esperava gritos, xingamentos, em vez disso Capello ficou em silêncio e depois disse que minha atitude tinha feito bem para a equipe. Ele sempre quis o máximo de tensão e adrenalina: perfeito para mim”, finalizou.