Com um a mais, Arsenal goleia Hull City e mantém invencibilidade no KC Stadium

Vitória faz Gunners entrarem no G-4 pela primeira vez na temporada; Tigers caem para 10ª posição

Com um a mais, Arsenal goleia Hull City e mantém invencibilidade no KC Stadium
Foto: Alex Morton / Getty Images
Hull City
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Arsenal
Hull City: Jakupovic; Elmohamady, Livermore, Davies, Robertson; Huddlestone (Mason 58'), Clucas, Meyler; Snodgrass, Hernández (Mbokani 77'), Diomande (Maguire 42').
Arsenal: Cech; Bellerín, Mustafi, Koscielny, Monreal; Coquelin, Cazorla (Xhaka 67'), Walcott (Pérez 88'), Özil, Iwobi (Elneny 77'); Sánchez.
Placar: 0-1, min. 17, Iwobi. 0-2, min. 55, Walcott. 1-2, min. 79, Snodgrass. 1-3, min. 83, Sánchez. 1-4, min. 90+2, Xhaka.
ÁRBITRO: Roger East. Amarelos: Cazorla 34', Cech 78'. Vermelhos. Livermore 40'.
INCIDENCIAS: partida válida pela quinta rodada da premier league, disputado no kc stadium, em Kingston upon Hull, inglaterra.

Na história recente da Premier League, o Arsenal detém um recorde de sempre ter ganhado quando jogou uma partida no KC Stadium, casa do Hull City. Na manhã deste sábado (17), a história prosseguiu criando o mesmo caminho. Os Gunners venceram os Tigers por 4 a 1, pela quinta rodada da PL, com gols de IwobiWalcott, Sánchez e Xhaka, com Snodgrass descontando para os donos da casa. Livermore acabou sendo expulso no fim da primeira etapa, também.

O resultado positivo dá ao Arsenal a terceira posição com agora 10 pontos ganhos de 15 possíveis, entrando no G-4. O revés, por outro lado, dá ao Hull City a 10ª posição, caindo na tabela e permanecendo com os seus sete pontos construídos até então. 

Os Tigers voltam a campo no próximo sábado (24) para enfrentar o Liverpool, fora de casa, enquanto que os Gunners irão receber o Chelsea, no primeiro clássico do time comandando por Arsène Wenger, também no mesmo dia.

Arsenal abre o placar e consegue administrar após Livermore ser expulso

Com um histórico de sempre ganhar jogando no estádio do Hull, o Arsenal saiu para o jogo nos minutos iniciais, mantendo sua postura ofensiva e paciente com a bola nos pés, circulando-a e buscando encontrar um espaço na defesa para conseguir entrar na área e finalizar para o gol. Aos 17 minutos, porém, Coquelin recebeu fora da área e decidiu arriscar. A redonda desviou, mas voltou nos pés do francês, que tocou para Cazorla. O espanhol passou para Walcott na direita que cruzou. No fim, o esférico caiu nos pés de Iwobi, que bateu pro gol, desviado, para abrir o placar. 

A primeira chegada do Hull aconteceu aos 20 minutos, quando Hernández recebeu em contra-ataque e partiu no um contra um versus Koscielny. O atacante, porém, não conseguiu chutar de maneira correta quando chegou próximo ao gol, mandando para fora. Quando o relógio marcava os 27 minutos, Iwobi recebeu cruzamento no meio da área e, chegando de trás, arrematou com força, mas viu o goleiro defender. 

Os visitantes continuaram a ter maior posse de bola e os donos da casa esperavam alguma oportunidade possível de ter a redonda e contra-atacar. Seguindo essa estratégia, os Tigers conseguiram ter a bola em alguns momentos, mas a defesa do Arsenal se mostrava bem postada, o que dificultou o trabalho do Hull. Com 40 minutos, Walcott cruzou rasteiro para Coquelin que chegou chutando. Livermore estava no meio do caminho e colocou a mão na bola, desviado a trajetória e dando o pênalti para o Arsenal. Sánchez cobrou, mas Jakupovic conquistou a defesa.

Hull ensaia reação, mas Arsenal mata o jogo

Com um a mais, o natural para a fase final seria que o Arsenal pressionasse mais para tentar ampliar a vantagem, ou que se estruturasse de maneira organizada, ocupando os espaços para que o Hull não conseguissem completar jogadas. Logo com nove minutos, a ampliação do placar aconteceu: Walcott recebeu belo passe de Iwobi e só teve o trabalho de encobrir o goleiro, tirando-o da jogada. 

O fato de ter um a menos, porém, não fez com que os donos da casa apenas esperassem o apito final. A insistência acabou por ser premiada aos 33, quando Mbokani recebeu dentro da área e, assim que dominou a bola tentando tirar do goleiro, Cech acabou tocando no atleta adversário, o derrubando na área, obtendo um pênalti para os Tigers. Snodgrass tomou a frente, pegou a bola e cobrou, vencendo o goleiro tcheco e diminuindo o prejuízo, dando vida ao Hull.

Após sofrer o gol, os Gunners tentaram pressionar de maneira mais viril, tentando retomar a diferença de dois gols contruída outrora. Essa também insistência foi recompensada, quando Walcott tentou chute para o gol, mas Jakupovic fez a defesa. No rebote, Sánchez aproveitou, dominou e avançou para o lado, até que chutou com força para um gol com goleiro mal posicionado e dois marcadores em cima da linha, dando o conforto ao Arsenal novamente.

Já nos acréscimos, Xhaka decidiu fechar o placar. Arriscou um chute de fora da área, com força e curva, para vencer Jakupovic, fazendo quarto do Arsenal.