Com gols de William e Diego Costa, Chelsea volta a vencer na Premier League após um mês

Após primeiro tempo equilibrado com defesa forte do Hull City, Chelsea cresce e bate a equipe da casa por 2 a 0

Hull City
0 2
Chelsea
Hull City: Marshall; Robertson, Livermore, Davies, Meyler; Clucas (Huddlestone), Diomande (Maloney), Mason, Henriksen (Abel Hernández), Snodgrass; Mbokani
Chelsea: Courtois; Alonso, David Luiz, Cahill, Azpilicueta; Moses (Pedro), Matic, Kante, Willian (Chalobah), Hazard (Oscar); Costa
Placar: 0-1, min. 61, William. 0-2, min. 67, Diego Costa.
ÁRBITRO: Anthony Taylor Cartões Amarelos: Moses (35'), Matic (41'), Livermore (42'), Robertson (79').
INCIDENCIAS: Partida válida pela 7ª rodada da Premier League, disputada no KCOM Stadium, em Kingston upon Hull.

Após quatro rodadas sem vencer, sendo a última uma derrota no clássico contra o Arsenal, que causou grande insatisfação não somente á torcida, mas também ao magnata Roman Abramovich, o Chelsea conquistou mais três pontos na Premier League neste sábado (01), ao bater a equipe do Hull City, pelo placar de 2 a 0, no KCOM Stadium, em Kingston upon Hull. Os gols foram marcados por William e Diego Costa, ambos no segundo tempo, em um intervalo de seis minutos.

Com a vitória, os Blues chegaram a casa dos 13 pontos, indo á sexta colocação; mas podendo cair ainda uma posição caso o Manchester United vença sua partida amanhã, contra o Stoke. Já o Hull City segue apenas com 7 pontos conquistados, mas permanece na 15ª colocação por, pelo menos, mais uma rodada. Na próxima rodada (que acontecerá apenas no dia 15), enfrentará o Bournemouth fora de casa, enquanto a equipe londrina receberá o Leicester City, em Stamford Bridge.

Primeiro tempo fraco e equilíbrio entre as equipes

Apesar do equilíbrio entre as duas equipes na etapa inicial, o primeiro lance de perigo veio ainda aos 3 minutos, por parte dos donos da casa. Em cobrança de falta de Snodgrass desviada, Courtois fez grande defesa, salvando os Blues de sofrerem o primeiro gol da partida. Aos 29', foi a vez do Chelsea dar um susto em seu adversário, em um lance um tanto polêmico em que Victor Moses foi derrubado por Diomande dentro da área. A queda um tanto teatral do meia nigeriado, apesar de ter sido provocada pelo contato com o jogador do Hull, não convenceu o árbitro Anthony Taylor, que deixou o jogo seguir.

Nos minutos seguintes, a igualdade entre as equipes começou a diminuir, mostrando um Hull City com menor ritmo, o que fazia com que a equipe visitante começasse a encontrar mais espaços na defesa para tentar alguma pressão. Ainda assim, em lance de ataque dos Tigers, Meyler fez passe para Henriksen pela direita do ataque, mas o chute foi bloqueado pela defesa dos Blues. Aos 41', Henriksen mais uma vez encontrou espaço na defesa do Chelsea, mas Matic, observando o perigo da proximidade do meia, bloqueou o chute com o corpo. O lance faltoso foi punido pelo árbitro com cartão amarelo pelo jogador dos Blues. Em seguida, em mais um lance de bloqueio, dessa vez da equipe mandante, Livermore foi advertido com cartão por toque de mão na bola.

A primeira etapa da partida se estendeu por três minutos além do tempo regulamentar, e deu a oportunidade de Courtois fazer mais uma grande defesa antes do intervalo. Livermore fez brilhante jogada pelo meio, dando passe para Mason que chutou ao gol, mas a bola parou nas mãos do defensor da seleção belga. Fim do primeiro tempo em Hull.

Chelsea 'renasce', constrói o placar e volta a vencer na Premier League

As equipes retornaram a campo para a segunda etapa e, logo de início, era visível a mudança de postura por parte do Chelsea. Nos primeiros cinco minutos, Diego Costa, Alonso e Eden Hazard criaram boas chances de abrir o placar. A melhor delas, saída dos pés do camisa dez da equipe londrina, foi um chute direto poderoso, que parou nas mãos do goleiro Marshall. A posse de bola, que até então era equilibrada entre as duas equipes, agora passava a ser maior para a equipe visitante.

No minuto 58, o Chelsea desperdiçou grande chance com Kante de dentro da área. Após dar o passe para que Diego Costa finalizasse para o fundo das redes, Marshall defendeu mais uma vez, rebatendo a bola, que foi direto para os pés do ex-jogador do Leicester. Kante, ao receber o rebote, bateu novamente para o gol, mas a bola subiu demais, indo para fora. Quatro minutos depois, aos 61', Costa deu passe para William que costou o defensor do Hull, e mandou direto para o gol, sem chance de defesa para o goleiro adversário. 1 a 0 para a equipe do Chelsea, placar mais que merecido pela vontade que vinha sendo mostrada pela equipe, superior no segundo tempo até então.

Aos 65', mais uma grande oportunidade para os Blues, que quase ampliaram o placar. Diego Costa invadiu a área dos Tigers, cortando também a zaga adversária e chutando direto para o gol, mas dessa vez Marshall estava preparado, fazendo uma brilhante defesa. O Chelsea, que não havia criado uma única chance de gol no primeiro tempo, até então já havia tido sete oportunidades.

As comemorações pela grande defesa do goleiro do Hull porém, não duraram muito. Com 67 minutos, Diego Costa, novamente, invadiu a área adversária e deu chute direto para o gol. A bomba foi bloqueada pela defesa da casa mas, no rebote, o espanhol chutou novamente, do mesmo lugar que William havia marcado minutos antes, ampliando o placar.

Sem sofrer nenhum grande susto, o Chelsea vinha dominando a partida. Ao longo da etapa final, Conte deu oportunidade para Oscar, que iniciou a partida deste sábado no banco. O meia, que entrou no lugar de Hazard, invadiu a área, dado um chute direto que, mais uma vez parou nas mãos do goleiro do Hull. No último minuto do tempo normal, o técnico dos Blues ainda deu oportunidade para Chalobahat, cria das categorias de base da equipe inglesa, entrar jno lugar de William. Apesar dos quatro minutos adicionais, não houve mais nenhuma grande oportunidade para ambos os times, e a partida foi encerrada.

Pelo placar de 2 a 0, o Chelsea conquistou três pontos, voltando a vencer após uma sequencia negativa, que o derrubou da segunda para a quarta colocação.