Na reestreia de Argel, Figueirense joga mal e fica no zero com a Ponte Preta

Alvinegro saiu do Scarpelli sob vaias após 0 a 0 com a Ponte na partida de ida da terceira fase da Copa do Brasil

Na reestreia de Argel, Figueirense joga mal e fica no zero com a Ponte Preta
Jogo de volta acontece daqui a duas semanas (Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC)
Figueirense
0 0
Ponte Preta
Figueirense: Thiago Rodrigues; Ayrton (Jefferson, min. 35/2ºt), Werley, Bruno Alves, Marquinhos Pedroso; Elicarlos, Jocinei (Éverton Santos, min. 27/2ºt), Yago, Bady (Ermel, intervalo); Dodô, Rafael Moura. Técnico: Argel Fucks
Ponte Preta: João Carlos; Jeferson (Nino Paraíba, intervalo), Grolli, Fábio Ferreira, Reinaldo; João Vitor, Matheus Jesus, Felipe Menezes (Ravanelli, min. 28/2ºt); Giva (Clayson, intervalo), Rhayner, Wellington Paulista. Técnico: Eduardo Baptista
ÁRBITRO: Diego Almeida Real, auxiliado por Alexandre Kleiniche e Maurício Coelho Silva, todos do RS. Amarelos: Marquinhos Pedroso, Rafael Moura, Yago (FIG); Rhayner, Nino Paraíba (PON)
INCIDENCIAS: Jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil 2016, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, SC. Público total: 4.678 torcedores; Renda: R$ 46.305,00

No retorno do técnico Argel Fucks ao Figueirense após 11 meses no Internacional, o Alvinegro ficou no 0 a 0 com a Ponte Preta na partida de ida da terceira fase da Copa do Brasil. A partida no Scarpelli foi de poucas chances de gol e muitos erros dos dois lados, com um total de 89 passes errados.

O jogo de volta acontece no Moisés Lucarelli no dia 27 de julho, às 19h30. Na próxima rodada do Brasileiro, o Figueirense recebe a rival Chapecoense, às 16h, no domingo (17). No sábado (16), a Ponte joga na Vila Belmiro contra o Santos, às 19h30.

O primeiro tempo foi marcado principalmente pelo alto número de impedimentos. Foram oito jogadores flagrados em posição irregular - apesar de que nem todas as marcações dos assistentes foram corretas. A Ponte Preta até começou melhor no jogo, mas sem criar grandes oportunidades contra o gol de Thiago Rodrigues.

O Figueirense conseguiu melhorar a marcação ao longo do tempo, mas também não teve chances perigosas. O chute de Dodô aos 37 foi um dos únicos lances dos mandantes, mas nem foi na direção do gol de João Carlos.

Para o segundo tempo, Argel trocou Bady por Ermel, enquanto Eduardo Baptista colocou Nino Paraíba e Clayson nas vagas de Jeferson e Giva. Mas o panorama do jogo não teve alterações significativas, apesar de que, logo no primeiro minuto, em cobrança de escanteio de Jocinei, Dodô desviou na primeira trave, mas João Carlos segurou no meio do gol.

A próxima chance clara foi só aos 27. Rafael Moura recebeu ótimo passe de Jocinei de frente para o gol e bateu de primeira, mas mandou para fora perdendo a melhor chance do jogo até o momento. No total, o Figueirense finalizou sete vezes, mas não acertou nenhuma vez o gol - no lado da Ponte, três chutes certos e oito errados.

Já na parte final da partida, o Figueirense tentou se lançar para cima, até pelas alterações, mas não conseguiu marcar seu gol, enquanto a Ponte desperdiçou seus contra-ataques. Assim, em um jogo fraco tecnicamente e sem gols, o Figueira saiu vaiado pela sua torcida ao apito final em Florianópolis.