Mário Bittencourt: "Patrocinador que bota R$ 70 milhões por ano não existe mais"

Candidato concedeu entrevista exclusiva à VAVEL Brasil; Eleição presidencial ocorre na segunda quinzena de novembro

Mário Bittencourt: "Patrocinador que bota R$ 70 milhões por ano não existe mais"
Mário Bittencourt: "Patrocinador que bota R$ 70 milhões por ano não existe mais"

As eleições do Fluminense se aproximam e os candidatos ao pleito presidencial começam a divulgar seus planos para o mandato. Mário Bittencourt, candidato da  'Fluminense me domina' que traz Ricardo Tenório como vice de chapa, concedeu entrevista exclusiva à VAVEL Brasil e comentou sobre as mudanças que deseja fazer no clube. Segundo ele, estar presente para defender o Fluminense nos piores momentos da história recente do Fluminense é seu maior trunfo por não fugir das responsabilidade.

+ Eleição Presidencial: VAVEL entrevista Mário Bittencourt

"Minha gestão planeja equilíbrio financeiro com equilíbrio desportivo, esse é o principal desafio. A gente tem que tentar encontrar esse caminho porque o Fluminense não tem as maiores receitas do futebol brasileiro e é um clube gigantesco. Hoje nossa folha talvez seja a nona ou décima do futebol brasileiro. Eu acho que temos que manter o que está bom e tentar melhorar o desempenho do futebol que se deveu muito.

Falo porque fui vice-presidente de futebol - a essa dificuldade especialmente após a saída de um patrocinador que botava R$ 70, 80 milhões por ano no futebol e isso não existe mais. É importante deixar isso bem claro que qualquer pessoa que chegue aqui diga que vai arrumar um patrocinador que bota R$ 70 milhões no futebol por ano, isso não vai acontecer mais no futebol brasileiro pelo menos nos próximos anos, posso te garantir. O São Paulo acabou de fechar um patrocínio master de um ano por R$ 13 milhões por ano. Então é irreal qualquer promessa nesse sentido"

Candidato da Fluminense me domina, Mário Bittencourt é um dos quatro concorrentes à presidência do Fluminense para o triênio 2017-2019. Além dele, Celso Barros, Pedro Abad e Cacá Cardoso almejam ao cargo que atualmente pertence a Peter Siemsen, reeleito em 2013. As eleições ocorrem na segunda quinzena de novembro, em Laranjeiras.