Guia VAVEL do NBB 2015/2016: São José
(Foto: Hugo Alves/ Editoria de Arte VAVEL)

Na carona da crise financeira que vive o país, São José perdeu grande parte de seus recursos financeiros e sua presença era incerta nos campeonatos Paulista e Brasileiro. A volta por cima veio rapidamente conquistando o título estadual sobre o Mogi das Cruzes/Helbor. Como o time se comportará num campeonato mais longo e disputado como o NBB?

O que esperar nessa temporada?

Zanon, Caio Torres e outras estrelas não fazem mais parte do elenco, modesto e trabalhador, a águia do Vale montou equipe competitiva e aposto num treinador caseiro. Cristiano Ahmed deu conta do recado enquanto Zanon definia sua vida e acabou efetivado no comando joseense.

Pedro Saruel, Renato Carbonari e Jaamal Smith vieram de outras equipes médias e formam a linha de frentes no Vale do Paraíba. Pedro foi cestinha durante o Paulista e Jaamal agora lidera a produção ofensiva em São José.

Como foi a temporada passada?                    

Na última temporada a equipe teve um começo muito bom, com 5 vitórias seguidas nas primeiras rodadas e com ótimo aproveitamento, na sequência, mesmo as derrotas eram por placares apertados. Porém o segundo foi desastroso para a equipe do Vale do Paraíba, com apenas três vitórias, o que garantiram apenas a 12ª posição.

Nos playoffs, mesmo em desvantagem, a equipe de Zanon eliminou o Paulistano por 3 a 1 e avançou às quartas de final. O adversário seguinte foi o Flamengo e a equipe joseense só foi eliminada no quinto jogo, após fazer uma série muito equilibrada.

Quem é o craque?

Jaamal Smith. Antigo pontuador no Macae Basquete, Smith tem função igual em sua nova equipe além de fazer os companheiros jogadores. Jamaal vai precisar melhorar a defesa e ser mais coletivo no sistema de Ahmed, o que não deve ser problema. 

Fique de Olho

 Matheus Dalla. Ala de destaque no Winner/Limeira chega sem chamar atenção mas tem característica interessante e costuma se encaixar em times intensos na defesa sendo peça interessante no esquema de jogo. Na temporada passada, 5,7 pontos e 1,5 rebotes por jogo em 35 partidas.

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