Chelsea - Sunderland: Vencer é recomeçar
Foto: Reprodução/PA

A princípio, o confronto entre Chelsea e Sunderland neste domingo (07) pode não parecer tão interessante quando se olha a posição de ambos na tabela e o fato da partida ser no Stamford Bridge. As circustâncias dentro e fora de campo, porém, tornaram esta partida mais imprevisível do que parece. Inconsistente no campeonato e com parte dos titulares cansados por conte da partida contra o Rubin Kazan na quinta-feira, os Blues não são tão intimidadores quanto outrora. O cenário de incerteza pode ser o ideal para Paolo Di Canio, que assumiu o Sunderland durante a semana e precisa mostrar trabalho de imediato: a apenas um ponto da zona do rebaixamento, o Sunderland ocupa a 16ª posição. O Chelsea é o quarto, mas com os tropeços, é ameaçado pelo Arsenal, que está dois pontos atrás.

Retrospecto no confronto

O Sunderland não vence o Chelsea desde novembro de 2010 - esta, por sinal, é a única vitória nos últimos 16 jogos contra os Blues, que venceram 15 destes. Nos últimos 11 jogos em casa contra os Black Cats pela Premier League, os londrinos marcaram 34 gols.

Vitória tranquila no primeiro turno

Na última partida pelo campeonato antes de viajar para disputar o Mundial de Clubes da Fifa, o Chelsea visitou o Sunderland no Stadium of the Light e construiu sua vitória ainda no primeiro tempo, com dois gols de Fernando Torres. Na segunda etapa, Juan Mata marcou o terceiro e definiu a vitória, com Adam Johnson descontando para os visitantes.

Racismo e Facismo

Discussões sobre ideologia e política não são comuns no dia-a-dia da cobertura da Premier League, mas a semana teve debates intensos sobre o possível posicionamento racista e facista de Paolo Di Canio. O ex-jogador da Lazio e do West Ham teria admitido em 2005, em entrevista à agência Ansa, que era um admirador de Benito Mussolini, líder italiano durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45). A pressão por um posicionamento atual forçou Di Canio a afirmar que não é racista e que não apoia o facismo.

Departamento médico

No Chelsea, o zagueiro Gary Cahill, o lateral Ashley Cole o volante Oriol Romeu são desfalques certos. Já no Sunderland a situação é mais crítica: além de já não contar com Wes Brown, Carlos Cuellar e David Vaughan, a equipe não contará até o fim da temporada com o capitão Lee Cattermole e o artilheiro Steven Fletcher, que marcou 1/3 dos gols do Sunderland no campeonato.

Prováveis escalações

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