Koscielny avalia sua atuação na última partida e fala sobre problemas físicos
Koscielny durante a entrevista (Foto: Franck Fife/AFP)

Laurent Koscielny, zagueiro da França, foi titular na última partida da fase de grupos contra o Equador, mas acabou ficando de fora do treinamento da sexta-feira (27). Segundo informações o jogador sofre com problemas no tendão de Aquiles. Ele concedeu entrevista e falou sobre alguns assuntos abordados.

No jogo contra os sul-americanos, Koscielny acertou 85% dos passes tentados, fez uma falta e roubou a bola em dois momentos. Além disso, ganhou em jogadas na área em 90% das vezes. O zagueiro dos Bleus pode voltar a atuar como titular na segunda-feira (30), contra a Nigéria, em partida válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo Fifa. Confira alguma algumas palavras do atleta:

Você tem dores recorrentes no tendão de Aquiles. Como você administra esses problemas físicos?

Eu tenho essa tendinite há dois, três meses, então eu tenho que me controlar, pois sei que não posso fazer todos os exercícios da semana. Faço uma programação mais leve. Dois dias depois do jogo eu não corro, procuro descansar os meus tendões e estar pronto para o treinamento”.

Varane, Sakho e você: os três zagueiros utilizados até então sofrem com problemas físicos. Isso é um grande problema?

A temporada tem cinquenta, sessenta partidas. Existem falhas, mas não são grandes problemas, colocamos nossos problemas de lado e damos o máximo em campo”.

Do que aconteceu até aqui na Copa do Mundo, vocês estão se saindo bem, aos seus olhos?

O objetivo principal era o de passar da fase de grupos e isso foi feito. Agora é ir o mais longe possível. Somos ambiciosos. Talvez nós percamos, ou ganhe, mas vamos fazer de tudo para sair e ir adiante”.

No geral, seu desempenho contra o Equador foi positivo. No entanto, às vezes você parece nervoso. O que você achou do seu jogo?

Eu estava um pouco tenso no início, isso é normal. Jogue uma partida de Copa do Mundo, é emocionante e há uma certa pressão. Então, eu acho que fiz um bom jogo.

Você acha que eles não estão sendo reconhecidos o seu valor?

Não, nem um pouco. Eu não preciso de reconhecimento. O mais importante para mim é fazer o que eu mais amo no mundo: jogar futebol, ganhar jogos, para ter orgulho de meus amigos, minha família. Na Inglaterra, eu sou, talvez, um pouco mais considerado na França. Mas na França, eu joguei uma temporada no Lorient. Eles me conhecem um pouco menos”.

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