Autópsia aponta morte natural de Astori por parada cardíaca

A autópsia inicial do zagueiro Davide Astori, ex-capitão da Fiorentina, apontou que a causa da morte foi natural por parada cardíaca durante o sono. O zagueiro morreu no último domingo (4), no quarto de hotel em Údine, onde a Viola estava concentrada para enfrentar a Udinese.

De acordo com Antonio de Nicolo, procurador geral da cidade de Údine, o zagueiro de 31 anos teria sofrido uma bradiarritmia. Esse fenômeno diminui ainda mais o batimento cardíaco durante o sono, o que ocasionou uma parada cardíaca no caso de Astori.

Segundo explicou Antonio De Nicolo à imprensa italiana, "a causa da morte foi cardíaca, sem evidências macroscópicas, provavelmente em bradicardia,com congestão polivisceral forte e edema pulmonar. Exames histológicos [do tecido do coração] ainda serão aprofundados e necessários", afirmou.

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O procurador de Údine chegou a abrir uma investigação sobre homicídio doloso, para averiguar uma possível negligência da equipe médica da Fiorentina, o que não se confirma com a confirmação da morte por bradiarritmia. O diagnóstico só existe passando por exames específicos, com a apresentação de alguns dos sintomas, o que muitas vezes pode ser confundido com outras coisas por serem sintomas comuns de outras doenças. No caso de Astori, a pulsação diminuiu de tal forma, que os órgãos entraram em falência.

A Procuradoria de Údine já liberou o corpo do ex-zagueiro para os familiares. O funeral de Astori será em Florença, na Toscana, às 10h (horário de Roma) desta quinta-feira (8), na Basílica de Santa Croce, principal igreja franciscana da cidade.

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