Di Francesco afirma que Roma não terá medo do Barcelona nas quartas da Champions League

No dia 4 de abril, o Camp Nou receberá o confronto entre Barcelona e Roma, pelas quartas de final da UEFA Champions League. O treinador do clube italiano, Eusebio Di Francesco, revelou nesta segunda (26) que, apesar do favoritismo do Barça, seu time não entrará em campo com medo da equipe de Lionel Messi e companhia. "Devemos respeitar Barcelona, ​​não ter medo deles", afirmou Eusebio.

Apesar do tão aguardado confronto continental, o treinador giallorosso admitiu que todas as preocupações do elenco estão voltadas para o próximo jogo válido pela Serie A. Quando a Roma enfrentará o Bologna no próximo sábado (31) fora de casa.

"Estamos pensando nisso [na confronto contra o Barcelona], mas primeiro temos que pensar em Bolonha. É um jogo muito importante para segurar o terceiro lugar, um jogo que deve nos dar grande satisfação. Devemos enfrentá-lo com calma e com o desejo de fazer bem", comentou Di Francesco em entrevista a Sky.

Sobre a decisão das quartas de final, Di Francesco afirmou que o olhar da equipe para o jogo não deverá se prender apenas a Messi, e sim a todo o elenco do clube catalão.

"Parar Messi? Eu não falei sobre um jogador em particular, temos que parar todo o Barcelona. Eles têm o melhor jogador do mundo, então obviamente teremos que prestar atenção especial a ele, mesmo que isso não signifique marcá-lo como homem", afirmou o técnico da Roma.

Na sequência, ele afirma que não será impossível segurar o poderoso ataque do Barcelona, e há sim esperanças de um bom resultado para o lado italiano na disputa.

"Para os torcedores, eu diria que podemos fazer isso, devemos respeitar o Barcelona, ​​não tenha medo deles."

Por fim, Di Francesco comentou sobre mais um ano em que a Roma não alcançou o Scudetto. O clube que está na terceira posição com 59 pontos está a 14 pontos de diferença do Napoli - segundo colocado que pontua 73.

"Tentei olhar para frente, poderíamos ter feito melhor, mas tivemos esse período difícil. Sempre senti que a Juventus e o Napoli tinham um pouco mais do que nós", concluiu.

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