Controle da bola, vacilos e 'jogo estranho': jogadores alemães repercutem revés diante do Brasil
Para Toni Kroos, Alemanhã conseguiu 'controlar a bola nos espaços' (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Brasil e Alemanha mediram forças nesta terça-feira (27), em amistoso disputado no Estádio Olímpico de Berlim, sendo o primeiro reencontro após o fatídico 7 a 1 na Copa do Mundo de 2014. Com uma equipe bastante modificada em relação ao time que encarou a Espanha, na semana passada, a Die Mannschaft foi derrotada por 1 a 0, perdendo uma invencibilidade de 22 partidas.

Jogadores importantes da equipe, como os meio-campistas Ilkay Gündogan e Toni Kroos foram os primeiros jogadores a falarem sobre o resultado. “O que teve de positivo foi que jogamos melhor na segunda etapa e conseguimos controlar a bola nos espaços que desejávamos”, sintetizou o merengue Kroos, complementado por seu companheiro no meio-campo da seleção Gündogan.

Esse jogo deixou claro que temos muito espaço para melhorarmos. Sabemos definitivamente que podemos fazer muito melhor do que isso. Deixamos tudo muito fácil para o Brasil e permitimos inúmeras oportunidades no contra-ataque ao perder a bola”, analisou o jogador do Manchester City.

Destaque negativo na partida - falhou no gol de Gabriel Jesus -, o goleiro Kevin Trapp também falou sobre a visível superioridade do Brasil. “Foi um jogo estranho, especialmente difícil na primeira etapa quando o Brasil pressionou bem e nos deixou sem reação”, afirmou o goleiro, que atuou o jogo inteiro, indo contra a ideia inicial de Joachim Löw de utilizar um arqueiro em cada tempo.

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