Spalletti ignora falta de gols da Internazionale: "Não é um problema"

Empate sem gols com a Atalanta marcou o terceiro jogo seguido em que a equipe interista fica zerada no placar

Spalletti ignora falta de gols da Internazionale: "Não é um problema"
Spalletti esbraveja à beira do campo no jogo entre Atalanta e Inter (Foto: Claudio Villa/FC Internazionale)

O sonho de retornar à Uefa Champions League parece cada vez mais difícil para a Internazionale. Neste sábado (14), a equipe foi até Bérgamo para enfrentar a Atalanta e não saiu de um frustante empate sem gols. Foi mais um tropeço da Beneamata, que não balança as redes há três partidas na Serie A.

Em um primeiro tempo fraco, a Inter acabou sendo completamente dominada pelo adversário e tinha dificuldades para sair jogando, diferente da etapa complementar, onde chegou com perigo, mas faltou pontaria. O problema foi um dos temas da coletiva pós-jogo do técnico Luciano Spalletti, que se mostrou bem irritado com os questionamentos.

"Jogos como este você tem que jogar de uma certa maneira. Nós nos esforçamos no primeiro tempo, porque falhávamos nos passes e na criação dos lances. Nas únicas vezes que conseguimos uma troca de passes com Icardi, chegamos com perigo", afirmou o comandante, ao Mediaset Premium.

"Não acho que seja um problema que não tenhamos conseguido marcar contra a Atalanta, mas todos podem falar o que quiserem", comentou.

Momentos antes de ser substituído por Éder, o meia Rafinha tinha finalizado uma bola no travessão. A mexida foi criticada por alguns torcedores interistas, já que o brasileiro vinha sendo a principal arma ofensiva da Inter junto com Icardi. O técnico explicou a saída do jogador.

"Eu tirei ele porque parecia cansado, caso contrário eu não teria feito isso. A Atalanta tinha perdido o ritmo e estava saindo do jogo", relatou.

No final do jogo, uma cena chamou a atenção. Spalletti teve um bate-boca com Marten De Room, meia da Atalanta. O técnico comentou a discussão com o holandês na coletiva.

"Ele me disse para sentar e ele não pode fazer isso. Ele tem que escolher outra pessoa para mandar sentar, pois eu não vou. Porque eu também não me dirigi a ele", finalizou.