Para retribuir apoio da torcida, Panamá e Tunísia buscam vitória na despedida da Copa

Para retribuir apoio da torcida, Panamá e Tunísia buscam vitória na despedida da Copa

Seleção da América Central enfrenta Tunísia pela última rodada do Grupo G

Vmoreno
Vitor Moreno
PanamáPenedo; Murillo, Román Torres, Escobar e Davis; Barcenas, Cooper, Gómez, Godoy e José Rodríguez; Perez. Técnico: Hernán Darío Gómez
TunísiaBen Mustapha; Meriah, Ben Youssef, Bronn e Maalou; Khaoui, Skhiri e Sassi; Fakhreddine Ben Youssef, Khazri e Badri. Técnico: Nabil Maalou
ÁRBITROArbitro: Nawaf Shukralla (Bahrein), auxiliado pelo compatriota Yaser Tulefat e Taleb Al Marri (Catar)
INCIDENCIASPartida válida pela 3ª rodada do grupo G da Copa do Mundo da Russia

Panamá e Tunísia se despedirão da Copa do Mundo nesta quinta-feira, ás 15h, em Saransk, com objetivos diferentes. Os panamenhos sonham com a primeira vitória em Mundiais e os africanos querem como prêmio de consolação manter o terceiro lugar no grupo, para isso, basta o empate.

Sem tradição no torneio, as duas seleções entraram no grupo G sabendo que a classificação para as oitavas-de-final seria considerada a maior zebra da Copa da Rússia. Em suas respectivas estreias, até fizeram jogo duro contra Inglaterra e Bélgica, mas não foi o suficiente.

Os caribenhos atuaram bem contra os belgas, que só conseguiram abrir o placar no início do segundo tempo. A Tunísia foi ainda melhor, segurou a Inglaterra até os 46 minutos da etapa final. Na rodada seguinte, no entanto, os gigantes europeus comprovaram seu favoritismo com duas goleadas e eliminaram de vez as chances de uma surpresa

ORGULHO DO POVO PANAMENHO

Desde o dia 11 de outubro de 2017, quando o zagueiro Roman Torres fez o gol histórico que classificou o Panamá para a Copa do Mundo, deixando para trás os Estados Unidos, uma das potências do continente, que a seleção local é motivo de orgulho para o seu povo. Apesar da eliminação decretada, os torcedores panamenhos presentes na Rússia continuam incentivando seus compatriotas. Fato que vem chamando a atenção do mundo inteiro.

Vamos manter a ideia de jogo e a atitude dos jogadores, que foi a ótima. Esse jogo tem muita importância para nosso orgulho. Terminar bem e ganhando será uma vitória para o país. Será um rival difícil, africanos são sempre difíceis de enfrentar, mas temos capacidade de vencer”, disse Hernán Darío Gómez.

DEFESA FRACA E GOLEIROS ATRAPALHAM TUNÍSIA

Sem um grande nome na equipe, a Tunísia veio para a Copa com menos destaque do que outras seleções africanas e apostou no esquema ofensivo para superar seus rivais. Teve boas chances contra a Inglaterra e vazou duas vezes a defesa belga, considerada uma das mais fortes da competição. Entretanto, a dupla de zaga formada por Bronn e S. Ben Youssef esteve mal nas jogadas de bola área, principalmente em momentos decisivos.

Outro problema encontrado pelos tunisianos foram as lesões dos goleiros. Contra a Inglaterra, Hassen machucou o ombro esquerdo e teve que ser substituído por Ben Mustapha. No treinamento desta terça-feira, o próprio Mustapha lesionou um dos joelhos e está fora da partida. O técnico Nabil Maalou conta com a boa vontade da FIFA para conseguir um novo goleiro para ao menos ficar no banco de reservas. Aymen Mathlouthi será o titular.

‘’Eu acredito na boa vontade de Deus. É verdade que temos dois goleiros machucados, e isso é um dilema para nós. Talvez Cherifia, que chegou em Moscou, virá para Saransk.De acordo com o estatuto da Fifa, se há questões de força maior, talvez ele possa se integrar ao grupo”, disse Maaloul.

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