Ernesto Valverde se rende a Messi após vitória do Barcelona: "Não cansa de me surpreender"
Divulgação/FC Barcelona

Ernesto Valverde se rende a Messi após vitória do Barcelona: "Não cansa de me surpreender"

Argentino fez um golaço de falta alá Ronaldinho Gaúcho e treinador espanhol admitiu-se surpreendido; Valverde também explicou a razão de Coutinho ter iniciado a partida no banco

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Wesley Silvali

O Barcelona estreou no Campeonato Espanhol passando por cima do Alavés vencendo o jogo por 3 a 0. Depois de um primeiro tempo mais difícil que o esperado, no segundo tempo os catalães não tomaram conhecimento do time basco e contruíram placar folgado. Teve direito a golaço de Coutinho, e claro, dois de Lionel Messi. Um deles numa cobrança de falta alá Ronaldinho Gaúcho. Quando o gênio argentino esperou os defensores da barreira pularem para bater por baixo. Com sucesso.

Esse lance em específico foi tema da coletiva pós-jogo do técnico Ernesto Valverde. Comentando sobre a vitória, por mais absurdo que pareça ser se surpreender com Messi, o treinador confessou que não esperava o gol daquela forma.

"Fiquei surpreendido. Não esperava que ele batesse a falta do jeito que bateu. Foi um golaço. É incrível. Ele não cansa de me surpreender. Ele é um gênio e temos a sorte de tê-lo, de poder acompanhar futebol na mesma época que ele está nos gramados".

Mas não foi só Messi que ganhou elogios. Valverde também motrou-se satisfeito com a atuação de Philipe Coutinho. O brasileiro iniciou a partida no banco, mas entrou e ajudou a melhorar o panorama do Barcelona dentro das quatro linhas. Foi, por sinal, autor do gol que desafogou o Barcelona no jogo e ganhou destaque na fala do treinador para os jornalistas.

"Estava em dúvida se colocaria ou não o Coutinho de frente no time inicial. Mas no final resolvi que poderíamos nos comprometer a colocar tantos jogadores sem condição (física) ideal. Na segunda parte ele pôde entrar e mostrou outra vez as coisas boas que é capaz de fazer".

Sobre o jogo de uma forma geral, Valverde disse que viu um time ansioso. Acelerado e queimando etapas. O que ajudou o Alavés a manter o 0 a 0 durante mais de uma hora de tempo decorrido em campo.

"O tempo ia passando e íamos perdendo a paciência. Tomando decisões que requeriam mais calma. Conforme criamos as chances e não fazíamos o gol as coisas ficaram ainda mais difíceis, mas eles também cansaram e isso nos deu espaço".

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