#EntrevistaVAVEL:
Carlos Augusto destaca importância do Corinthians e conta sobre atual momento
no futebol italiano
Foto: Divulgação / AC Monza

Carlos Augusto Zopolato Neves, natural de Campinas, foi formado pela base do Corinthians. O lateral-esquerdo subiu ao profissional há dois anos. Com a camisa do clube paulista, disputou 41 partidas e balançou as redes uma vez. Além disso, conquistou dois Campeonatos Paulistas, respectivamente, em 2018 e 2019.

No final do ano passado, o Monza, da Itália, pagou R$25,7 milhões pelo jogador. Carlos assinou com o clube italiano por quatro temporadas.

VAVEL Brasil: Como você descreve o Corinthians? Tanto em sua vida profissional quanto pessoal.

Carlos Augusto: O Corinthians foi minha segunda casa porque eu passei praticamente toda a minha vida lá. Minha vida, minha carreira, tudo eu devo ao que eu construí no clube, então sempre vai estar no meu coração.

Dentre os títulos que você conquistou na base e no profissional, incluindo a Copinha e o Bicampeonato Paulista, qual foi o mais especial?

O mais especial foi o Paulista de 2019, que eu cheguei a jogar na primeira final. Acho que por ter jogado a final e estar em um título do profissional jogando, foi o mais especial para mim.

Antes de sua saída do Timão, quanto o Tiago Nunes te ajudou na melhora de seu desempenho?

Ele me ajudou muito sim, mas acho que o mais importante foi a confiança que ele me deu. Mesmo estando fora dos planos, ele viu que eu estava treinando bem e me deu oportunidade. Então o principal foi a confiança.

Você é um jogador do sistema defensivo, logo já segurou diversos jogadores habilidosos. Qual foi o mais difícil de marcar?

É difícil escolher um jogador específico assim porque sempre no Brasil os que jogam abertos como ponta são os mais habilidosos. O Michael que está agora no Flamengo eu acho um grande jogador. Além disso, o Antony, atualmente no Ajax, também é outro. Os dois são jogadores difíceis de marcar.

Como foi a sensação de ser vendido para o Monza, um clube de tradição da Itália? E você sempre teve o sonho de jogar na Europa?

Eu escolhi o Monza pelo projeto, que é grandioso. Acho que era a hora para vir à Europa, dar mais um passo na minha carreira, pois era o meu sonho. Eu escolhi um grande clube que tem um grande projeto e um grupo muito bom. Darei meu melhor aqui para evoluir sempre.

Quais são as diferenças que você nota entre o futebol brasileiro e o futebol europeu?

A diferença acho que é da intensidade de jogo e de treino. Isso eu acabei sentindo mais no primeiro mês, mas já me acostumei.

Você tem alguma grande meta ou sonho em sua carreira? Qual?

A minha principal meta é agora conquistar títulos pelo Monza, mas quero jogar uma Champions League e lógico ter uma chance na Seleção Brasileira. Irei trabalhar muito para conquistar esses objetivos.

VAVEL Logo