Buscando classificação antecipadamente, México enfrenta Jamaica na Califórnia

Líder do grupo C, com três pontos, "El Tri" quer a vaga na próxima fase; jamaicanos têm de vencer para ter sobrevida no torneio

Buscando classificação antecipadamente, México enfrenta Jamaica na Califórnia
(Foto: Divulgação/Federação Mexicana de Futebol)
México
Jamaica
México: Talavera; Néstor Araujo, Diego Reyes, Héctor Moreno, Layún; Rafa Marquez, Herrera, Carlos Peña; Javier Aquino, Chicharito Hernández, Jesús Corona. Técnico: Juan Carlos Osorio.
Jamaica: Blake; Watson, Mariappa, Jermaine Taylor, Wes Morgan; Michael Hector, Williamson, McAnuff, McCleary; Donaldson, Barnes. Técnico: Winfried Schäfer.
ÁRBITRO: Wilton Sampaio (BRA). Auxiliares: Gustavo Rossi (ARG); Alexander León (COL).
INCIDENCIAS: Partida válida pela segunda rodada da primeira fase da Copa América 2016, realizada no estádio Rose Bowl, em Pasadena, Califórnia.

O estádio Rose Bowl, em Pasadena, Califórnia, será o palco para que México e Jamaica se enfrentem pela segunda rodada da primeira fase da Copa América 2016, na noite desta quinta-feira (9), às 23h. A partida pode valer a classificação antecipada para o selecionado mexicano, em caso de vitória.

Após o expressivo resultado positivo de 3 a 1 contra o Uruguai, "El Tri" está no topo do grupo C, com três pontos e se classificará antecipadamente para a próxima fase caso vença a Jamaica. Chegando aos seis pontos, a seleção comandada por Juan Carlos Osorio não poderia ser alcançada por nenhum de seus adversários.

Os "Reggae Boyz" perderam na estreia para a Venezuela por 1 a 0 e ocupam a terceira colocação, com nenhum ponto ganho. Para manter vivas as chances de classificação, Winfried Schäfer e seus comandados precisam vencer, pois chegariam aos mesmos três pontos do México, embolando a briga por uma das vagas à próxima fase.

Com apenas uma baixa, mexicanos encerram preparação para o confronto

Em sua última atividade antes da partida, na manhã desta quarta-feira (8) no campo da UCLA (Universidade da Califórnia de Los Angeles), o México fez um treinamento físico mais leve, seguido de um coletivo e, ao fim das atividades, aconteceu a famosa interatividade com o público que assistia aos treinos. Muitas fotos, autógrafos e todo tipo de carinho foi destinado para "el Tri".

A única baixa de Osorio para escalar o time titular é o volante Guardado, expulso no duelo contra o Uruguai. Sobre a ausência, o atacante Raúl Jiménez, que substituiu Chicharito Hernandéz no segundo tempo da primeira partida, lamentou dizendo que o jogador é um líder dentro de campo, mas ressaltou que o substituto deve aproveitar bem a oportunidade. "É um jogador que pesa muito dentro de campo, um líder, porém há jogadores que estão esperando sua oportunidade e é um bom momento para que a aproveitem", disse.

Jimenéz ainda projetou o confronto contra a Jamaica. “Vai ser uma partida complicada, todos os jogos em algum momento são difíceis de conduzir, cada um tem seu grau de dificudade. A Jamaica vem crescendo muito e nós temos que encarar esta partida de um bom modo, sabendo que temos boa posse de bola, que sabemos sair jogando para o ataque, como fizemos ante o Uruguai e devemos aproveitar as jogadas que tivermos e ser eficazes na hora de decidir na frente”, analisou.

Em busca da recuperação, Jamaica quer vencer para sobreviver na Copa América Centenário

A derrota contra a Venezuela por 1 a 0 complicou a vida dos Reggae Boyz na Copa América Centenário. Em terceiro lugar, sem nenhum ponto, a vitória é de suma importância para ainda ter chances de classificação na última rodada. Em sua última atividade antes do encontro com o México, já em Pasadena, foi realizado um treino físico leve. 

Assim como os mexicanos, a seleção regida pela batuta de Winfried Schäfer tem desfalques. O volante Austin, expulso no jogo contra a seleção "Viño Tinto" e o zagueiro Lawrence, que sofreu uma lesão no joelho direito e ficará afastado das atividades com bola entre quatro e seis semanas, consequentemente, fora do restante do torneio.

O goleiro Blake fez uma análise sobre a partida. Objetivando a marcação em função do alto índice criativo da seleção mexicana, ele sugere que os adversários sequer tenham tempo para pensar o jogo. “O México cria muito e por isso mesmo não pode ter liberdade para pensar e executar. Vamos precisar fazer um jogo perfeito em termos de marcação se quisermos pontuar", frisou.