Chile e Bolívia se encontram em confronto de vida ou morte

Equipes perderam na primeira rodada e agora encaram um jogo de muita importância pros dois conjuntos

Chile e Bolívia se encontram em confronto de vida ou morte

Nesta sexta (10) Chile e Bolívia se enfrentaram pela segunda rodada da Copa América 2016 pelo grupo D. Os dois times foram derrotados na primeira aparição que tiveram no torneio, tendo reveses diante de Argentina e Panamá respectivamente.

Uma vitória recoloca o time que triunfar de volta na disputa por uma das duas vagas na próxima fase, já o derrotado praticamente dará adeus as suas chances de jogar nos mata-matas da competição.

Bolívia tem dificuldades quanto a renovação de seu elenco

Com uma campanha até agora fraca nas eliminatórias e na estreia contra o Panamá uma grande surpresa com a derrota e como as esperanças de uma grande campanha são pequenas é importante pensar no futuro e esse é o grande problema para a seleção que tem muitos nomes de 25 anos ou mais.

No primeiro jogo o jogador mais jovem era Pedro Azogue Bolívia, com 21 anos.

Exceto Diego Bejarano (24), todos os outros têm 25 ou mais anos. E quatro deles, mais do que 30: Nelson Cabrera (33), Martin Smedberg-Dalence (32), Edward Zenteno (31) e Juan Carlos Arce (31).

Sobre a renovação do elenco o técnico Baldivieso procurou ser simples e disse que essa é uma questão de paciência e demandará tempo. O treinador também insinuou que haveriam certos setores que iriam querer uma derrota por goleada para assim ocorrer uma mudança no comando técnico.

"É uma verdadeira mudança, e precisamos de paciência", disse ele em Orlando.

"É uma situação difícil e complicada, porque existem líderes que esperam que a equipe seja goleada para assim mudar o treinador", disse Baldivieso.

Continuando a falar sobre a equipe entrou em campo do goleiro Carlos Lampe (29) e a linha de defesa formada por três Eguino (28), Zenteno e Cabrera perfaz um total de 119 anos, quase 30 média.

Os três jogadores que completaram a equipe na estreia são Fernando Saucedo (26), Marvin Bejarano (28) e Yasmani Duk (28).

Os jogadores que entraram no segundo tempo foram Jhasmani Campos (28), Alejandro Meleán (28) e Rodrigo Ramallo (25).

Chile busca fazer ajustes e Pizzi busca melhor formação

Ainda longe do sucesso alcançado por seu compatriota, Jorge Sampaoli. Juan Antônio Pizzi tem procurado encontrar o melhor estilo para a equipe que tem estado longe dos bons resultados de até um ano atrás.

A equipe chilena agora espera confirmar o favoritismo diante dos boliviano e se mostrar como há que muitos dizem ser a segunda força do grupo e claro seguir no torneio, tendo em vista continuar a defesa de seu título conquistado no ano passado.

Uma das dúvidas para o cotejo é uma possível ausência de Gary Medel, um dos expoentes dessa equipe ainda se ressente de problemas fisícos e pode ser substituído por Enzo Andía e assim ser o parceiro de Gonzalo Jara na defesa.

O técnico argentino falou sobre alguns pontos importantes do jogo e do seu trabalho que ainda estão em desenvolvimento e também um pouco sobre Alexis Sanchez.

"Perdemos Eugenio (Mena) por uma lesão, que vai impedi-lo de jogar o resto do torneio. Marcelo (Diaz) tem uma contusão que não é inconveniente, mas nós pensamos em outras opções em alguns dias para encontrar uma maneira de treinar com menos problemas quanto possível".

"Eu valorizo ​​as virtudes dos jogadores e eu acho que sei onde você pode jogar e, no caso de Alexis estou convencido de que ele pode jogar em qualquer um dos dois lados e sua participação com a gente foi muito boa e não temos nada para criticar, nós tentamos ter sempre o melhor desempenho possível ".

"Se você viu os recentes processos na selecção tem sido pouco utilizados os centroavantes como (Ivan) Zamorano e mais tarde Suazo. Depois tivemos alguma participação de Mauricio (Pinilla) sendo o que teve mais oportunidades".