Jornal afirma que chegada de chineses pode fazer Maldini ganhar cargo na diretoria do Milan

Segundo o periódico Tuttosport, ídolo do clube rossonero terá um papel semelhante ao que Pavel Nedved executa na Juventus; venda do clube deve ser concretizar após o final da temporada

Jornal afirma que chegada de chineses pode fazer Maldini ganhar cargo na diretoria do Milan
Maldini passaria a integrar a diretoria rossonera com a vinda dos chineses (Foto: Giuseppe Bellini/Getty Images)

Ídolo eterno no Milan, Paolo Maldini pode retornar em breve ao clube cujo permaneceu durante toda sua carreira de jogador. De acordo com a publicação do jornal italiano Tuttosport desta terça-feira (3), os investidores chineses que querem comprar o Milan pretendem oferecer um cargo na diretoria do clube para o ex-capitão milanista.

O periódico da região de Turim relata que Maldini terá uma função semelhante a que o também ex-jogador Pavel Nedved executa na Juventus, atual pentacampeã italiana. O atleta tcheco pendurou as chuteiras ao final da temporada 2008/09 vestindo a camisa da Juve, retornou em outubro de 2010 para assumir o papel de conselheiro administrativo e, em outubro do ano passado, chegou à vice-presidência do clube bianconero.

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Homem mais rico da Ásia e dono do site de vendas pela internet Alibaba, o empresário Jack Ma é quem visa comprar o Milan. O jornal Corriere della Sera afirma que Silvio Berlusconi, presidente do clube rossonero, irá gerar um contrato para Jack Ma assinar nos próximos dias, cujo dará direito ao chinês de participar de movimentos no Milan, incluindo patrocínios e contrato de jogadores.

No entanto, a decisão final de Berlusconi – se irá realmente vender o clube ao empresário bilionário – deve acontecer somente no mês de junho, quando a temporada 2015/16 já estiver finalizada. A imprensa italiana acredita que o presidente irá aproveitar esse tempo para avaliar a oferta do grupo asiático e conhecê-los afundo, uma vez que ele deve assinar um contrato vinculativo que resultaria no fim de sua propriedade do Milan.

A diretoria do Milan deve vender 70% de suas ações (cerca de 400 milhões de euros) ao dono do Alibaba ainda neste ano. A outra parte, os 30%, seria adquirida em 2017.