Presidente do Napoli confirma interesse no lateral brasileiro Fabinho

Aurelio De Laurentiis demonstrou o forte desejo de contar com o atleta do Monaco, que por diversas vezes foi convocado para a Seleção Brasileira

Presidente do Napoli confirma interesse no lateral brasileiro Fabinho
Fabinho é atleta de confiança de Dunga, agora ex-técnico da Seleção Brasileira (Foto: Jean Christophe Magnanet/Getty Images)

Buscando se reforçar para a disputa da Serie A e principalmente da Uefa Champions League na próxima temporada, o Napoli segue se movimentando na janela de transferências. Além de estar forte na briga por Lapadula, artilheiro da Serie B pelo recém promovido Pescara, os napolitanos por meio de seu presidente revelaram nesta semana o interesse em Fabinho, lateral direito do Mônaco.

“O Fabinho nos interessa, e para iniciar as tratativas fizemos uma oferta de € 10 milhões [R$ 38,6 milhões]. Terminando de reforçar a defesa, pensaremos em nomes para o meio-campo”, revelou De Laurentiis, que já havia acertado a contratação de Lorenzo Tonelli do Empoli.

Fabinho saiu cedo do Brasil, após passar pelas categorias de base do Fluminense. Na Europa, obteve destaque logo na sua primeira passagem pelo Rio Ave de Portugal, chegando em seguida ao Real Madrid B. Sem muitas oportunidades para chegar a equipe principal, Fabinho foi contratado pelo Mônaco, onde atua há há duas temporadas. 

Pela Seleção Brasileira Fabinho disputa os torneios de base desde o sub-21. Na equipe principal, fez parte do elenco que disputou a Copa América do Chile no ano passado; por lesão, acabou cortado da disputa da Copa América Centenário, realizada nos EUA.

"Veremos o que irá acontecer agora com Manolo Gabbiadini. Ele seria um ótima peça para o setor de meio de campo, outra área que pretendo contratar com atenção", ressaltou De Laurentiis.

Além de comentar sobre as contratações, o presidente do Napoli ainda comentou sobre os rumores de uma suposta "SuperLiga Europeia", que reuniria diversos clubes europeus, em uma competição semelhante à UCL.

"Me agradaria criar uma SuperLiga com as seis primeiras equipes das cinco principais ligas da Europa: Itália, França, Espanha, Alemanha e Inglaterra. Seria um torneio disputado por 30 equipes com jogos de ida e volta. Seria interessante pois poderíamos também reduzir as equipes da Serie A e das outras ligas participantes para 12 ou 14 equipes. Isso nos permitiria criar uma expectativa maior para cada jogo, aumentaria sem dúvida algumas o público nos estádios", declarou.