Metas dos chineses à frente do Milan incluem retorno à Champions em 2018 e novo estádio

Jornal italiano La Repubblica afirma que investidores asiáticos também pretendem colocarem o clube entre os cinco que mais faturam

Metas dos chineses à frente do Milan incluem retorno à Champions em 2018 e novo estádio
Torcida do Milan apoiando o time italiano na China (Foto: Zhong Zhi/Getty Images)

Ambicioso, o grupo chinês que está finalizando a compra do Milan, Sino-Europe Sports, já começa a traçar os planos para fazer o clube chegar ao topo do futebol mundial novamente. Segundo a edição desta quarta-feira (28) do jornal La Repubblica, o consórcio asiático mira recolocar os rossoneri na Uefa Champions League a partir da temporada 2018/19, além incluir a agremiação entre as cinco que mais faturam com receitas em um período de cinco anos.

Para que isso aconteça, de acordo com a publicação, o grupo Sino-Europe Sports vai tentar aumentar a renda do Milan com a chegada de novos patrocinadores chineses. Com isso, os investidores irão se empenhar a fim de ampliar o saldo financeiro do Diavolo para € 500 milhões no prazo de cinco anos.

Outra meta dos chineses é financiar um novo estádio com capacidade para 60 mil telespectadores. Caso não seja possível a criação de uma nova casa rossonera, ainda segundo a publicação do La Repubblica, o grupo asiático pretende renovar e modernizar o San Siro, estádio de propriedade da prefeitura de Milão que o Milan divide com a rival Internazionale.

Em contrapartida, o jornal afirma que os chineses não devem fazer contratações bombásticas na próxima janela de transferências, em janeiro. Dinheiro não é problema para o grupo; o empecilho seria convencer jogadores de alto nível a reforçar o Milan, cujo não disputa uma competição europeia há três anos.

O Sino-Europe Sports deve assinar oficialmente o contrato para efetuar a compra o Milan até o dia 20 de novembro, data do Derby della Madonnina com a Inter, no San Siro, pela Serie A.

Antes, porém, uma delegação do consórcio chinês vai desembarcar em Milão, em meados de outubro, para se apresentar ao ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi – o magnata segue como presidente do Milan enquanto os chineses não assinarem o contrato oficial para a aquisição do clube. A informação é do La Repubblica.