Mourinho fala sobre como Rooney jogará em seu time: "Deverá ser o 10 ou o 9, mas nunca 8"

O português ainda contrariou os jornalistas ao mostrar uma lista com 49 jogadores revelados por ele

Mourinho fala sobre como Rooney jogará em seu time: "Deverá ser o 10 ou o 9, mas nunca 8"
O camisa 10 do United deverá ser peça importante do time de Mourinho (Foto: Catherine Ivill/Getty Images)

José Mourinho foi apresentado pelo Manchester United no dia de ontem, terça-feira (5). Na sua primeira entrevista, o novo treinador abordou vários temas, como a possível rivalidade com Pep Guardiola, a saída de Ryan Giggs do United, e principalmente sobre a posição que Wayne Rooney desempenhará no time inglês, dentro de campo.

Mou garantiu que Rooney não será nenhum volante, ou meia armador, afirmando que o atacante inglês será um “9 ou 10”, acreditando na confirmação da quarta contratação desejada por ele, que poderia ser Paul Pogba ou Blaise Matuidi. “Talvez ele não seja mais um atacante, talvez ele não seja mais um camisa 9, mas comigo ele nunca será um número 6 ou alguém que jogue a 50 metros do gol”, disse o português.

O novo treinador do United ainda destacou a qualidade do passe de Rooney, além de mostrar confiança no faro do gol do seu camisa 10: “A qualidade de passe dele é incrível, mas tem uma coisa que nunca vai mudar que é o apetite, o seu apetite natural de colocar a bola na rede. No futebol há muitos empregos,  o mais difícil é o de encontrar o cara que coloca a bola na rede, então Rooney jogará como 10 ou 9”.

Mourinho foi perguntado se revelaria jogadores do United e foi direto, mostrando uma lista com 49 nomes revelados por ele. “Eu subi 49 jogadores da base e tem dois fatores importantes nesse recorde: Algumas vezes você promove jogadores porque tem muitas lesões e você não tem outra escolha. Você tem que trazê-los da base porque você tem muitos jogadores machucados. O outro é quando você não consegue trazer jogadores, é mais fácil usar a base. O meu número de machucados é muito baixo. Eu nunca subo jogadores por necessidade, mas sim por convicção. A temporada em que o Leicester venceu foi a única na minha carreira que não briguei por títulos. Em qualquer outra temporada terminei ganhando ou em segundo. Eu estava lutando pelo título até o último minuto”, disse o técnico.