Alexandre Mattos esbraveja contra situação vivida em Huancayo, e avisa: 'Vamos atropelar'
Alexandre Mattos, não poupou críticas ao Real Garcilaso e à Conmebol (Foto: Edesio Ferreira / EM / D.A Press)

O diretor de futebol do Cruzeiro, Alexandre Mattos, não poupou críticas ao Real Garcilaso, à Conmebol e todos os envolvidos na partida contra o Cruzeiro. Os atos de racismo da torcida peruano contra o volante Tinga, a falta de luz, ainda durante o treino da equipe, assim como a falta de água no vestiário do time já no decorrer do jogo, foram algumas das insatisfações do dirigente.

”Nenhum peruano, nenhuma imprensa merece o respeito dos brasileiros. Poderia falar o que eles são, mas somos muito educados. O que fizeram aqui hoje não tem palavras. Não tem nem água dentro do vestiário do time, mas isso é um aprendizado. O Cruzeiro vai muito forte nesta Libertadores. O grupo está de cabeça erguida e vão muito forte nessa Libertadores. Eu estou falando para a torcida: vai muito forte. Porque o que fizeram aqui hoje, mexeram com um gigante, e nós vamos atropelar agora, atropelar. O que fizeram com o Tinga foi uma palhaçada, uma sacanagem, isso é um bando de covarde e de babaca”, disparou Mattos, em entrevista à Rádio Itatiaia.

”Este estádio não tem condição nenhuma, uma cidade sem hotel, sem água, um perigo ali do lado, jogador cair naquela pista e machucar, na hora que um arrebentar a cabeça eles vão tomar providências, mas vai     ser tarde demais. O Cruzeiro já notificou várias coisas que aconteceram aqui, nossa van foi revistada por essa polícia, depois de novo aqui dentro, uma indelicadeza muito grande, esse campo não tem condição de jogo, não só pelo gramado, mas não é desculpa. Aprendemos, e vamos muito fortes, atropelar quem aparecer, vamos mesmo, não vai ficar assim. Nós vamos fazer o que tiver que fazer, eles têm que aprender que futebol é coisa séria. Vamos lotar o Mineirão e os jogadores vão dar a vida para atropelar esse time. Um jogo deste aqui teria que ter sido em Lima.”, acrescentou o dirigente.

Por fim, Mattos condenou a atitude racista dos torcedores peruanos. 

“É um retrocesso na humanidade. Eu sou educado, não vou falar como eles são, vocês viram o nível que é a raça que é. A gente respeita, não somos assim. Vamos ter respeito, coisas que eles não tiveram. O Tinga é homem, passa por cima. O que sentimos aqui é um retrocesso da humanidade. É pensar pequeno, em um lugar pequeno, que não devia nem existir futebol”. completou.

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