Dedé não esconde ansiedade para retornar aos gramados e avalia: "85% pronto para voltar"
(Foto: Washington Alves/Lightpress/Cruzeiro)

Pilar do sistema defensivo do Cruzeiro na conquista celeste do bicampeonato Brasileiro, o zagueiro Dedé ainda não entrou em campo com a camisa azul e branca na atual temporada. Isso porque no início de 2015, o defensor foi submetido a uma cirurgia no joelho, para tratar uma lesão sofrida em novembro do ano passado, na partida contra o Santos, pela Copa do Brasil, mas agora, o jogador encontra-se em fase final de recuperação, mirando a temporada 2016.

Em entrevista ao site oficial do Cruzeiro, Dedé garantiu que está "85% pronto para voltar", ressaltando que sua recuperação está em constante progressão. O jogador sonha em voltar aos gramados e ajudar a equipe celeste, como em 2013 e 2014.

"Minha expectativa é estar forte e ajudar o clube como fiz em 2013 e 2014, porque 2015, não vou te dizer que foi ruim porque envolve muita coisa, mas foi uma experiência de vida. Eu perdi no futebol, mas ganhei em muita coisa, amadurecimento, crescimento. Então 2015 foi uma ano de aprendizado, um ensinamento de Deus para minha vida e 2016 será um ano de superação", disse.

O Cruzeiro oscilou durante a atual temporada, oscilação esta, que custou o cargo de Marcelo Oliveira, técnico responsável pela campanha dos dois Campeonatos Brasileiros conquistados com a Raposa. Para ocupar a vaga, Vanderlei Luxemburgo foi contratado, porém, viu a equipe celeste cair de posição cada vez mais no Brasileirão, e em setembro, Mano Menezes foi chamado para "salvar" a temporada, recolocando o Cruzeiro entre os dez primeiros da competição. Dedé assistiu a tudo isso de dentro do departmento médico, e deu a opinião sobre os treinadores, como "torcedor".

"Eu vi todas as passagens de perto aqui na Toca. O Marcelo Oliveira foi importantíssimo para o time, ganhamos dois títulos brasileiros com ele, é um cara muito bom. Veio o Luxemburgo com um histórico de títulos pelo Cruzeiro, mas infelizmente não deu certo. E aí veio o Mano Menezes, que também já trabalhei com ele, me levou para a Seleção Brasileira. O trabalho vem dando certo porque os jogadores vêm aceitando o seu método de trabalho, absorvendo muito mais as tarefas passadas pelo Mano. Todos os jogadores estão se sentindo bem. Pega como exemplo o Willian “Bigode”, que não estava numa fase muito boa e, agora, está voando. A confiança dos jogadores aumentou bastante e isso ajuda muito. Muitos acharam que iríamos brigar para não cair, e a gente está numa fase com chances de brigar pelo G-4, e pelo que estamos apresentando teremos chances, sim. Acredito muito nesse elenco", concluiu.

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