O fantástico trabalho das categorias de base do Grêmio
(Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

Atenção, carinho e cuidado. Se atentarmo-nos ao time do Grêmio, podemos observar muitas coisas curiosas com relação ao trabalho da base tricolor. Uma delas, é que, se não fosse por eles, a equipe jamais estaria, por exemplo, na final da Copa do Brasil 2016. Não abordado com frequência, o trabalho com os jovens é uma das pautas da VAVEL Brasil sobre a final da competição na Arena do Grêmio.

Júnior ChávareBeto AlmeidaFrancesco Barletta, Wagner Gonçalves, Guilherme Bossle, Luiz Gabardo Jr, César Eduardo Lopes, Aírton Fagundes, Ricardo Grosso, Ariel Lanzini, Eduardo Hamester, Mateus Fammer e Osvaldo Siqueira são nomes que não aparecem no nosso cotidiano, mas que carregam consigo a honra de terem formado grande parte dos membros do elenco tricolor que está presente nesta temporada.

Muitas vezes "invisíveis" aos olhos do torcedor, estes coordenadores, treinadores e auxiliares são parte essencial do coração que pulsa no Centro de Formação e Treinamento Presidente Hélio Dourado, na cidade de Eldorado do Sul, que fica nas proximidades do Rio Guaíba, a uma distância de 20km de Porto Alegre.

Por suas mãos, passaram os campeões olímpicos, Luan e Walace, assim como Éverton, que marcou gol decisivo contra o Palmeiras na Copa do Brasil Pedro Rocha, que anotou dois tentos importantíssimos para consolidar grande vantagem na final contra o Atlético Mineiro

Também passou Marcelo Grohe, goleiro que é frequentemente convocado para a Seleção Brasileira. Também passou Jaílson, volante que ganhou a confiança de Renato Portaluppi e da torcida gremista. Também passaram Léo, Rafael Thyere, Iago, Guilherme Amorim, Tontini, Moisés, Kaio, Lincoln, Batista, Ty Sandows, Guilherme, e mais um exagerado número de atletas.

Aos coordenadores e treinadores da base, se deve o ano de 2016. Se deve as defesas de Grohe nos pênaltis contra o Atlético Paranaense, nas oitavas de final. Se deve o chute de Everton, que conseguiu acertar o canto do goleiro Jaílson e calar o Allianz Parque pela única vez no ano.

Se deve o lindo chute no golaço de Luan contra o Cruzeiro, que abriu caminho para a chegada na final da Copa do Brasil. Se deve os dois gols de Pedro Rocha em pleno Mineirão, fazendo explodir a massa tricolor em todo o país. Se deve as boas atuações de Walace, sempre seguro e transmitindo invejável confiança à frente da zaga.

Grêmio e sua comissão carregam grandes méritos, assim como seus atletas. O pentacampeonato da Copa do Brasil é todo dedicado aos que trabalham "fora das câmeras", ou "atrás do palco". O clube não seria o mesmo sem a base da pirâmide, que sustenta uma enormidade de coisas que vem acima.

Aos coordenadores das categorias de base do tricolor gaúcho, o nosso mais sincero aplauso.

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