Tomás Andrade nega comparações com 'astros argentinos': "Não ganhei nada ainda"

Argentino fez boa estreia no clássico e ganhou elogios da torcida alvinegra; Andrade acredita em adaptação rápida ao país

Tomás Andrade nega comparações com 'astros argentinos': "Não ganhei nada ainda"
Jogador estreou com pé direito no clássico mineiro (Foto: Divulgação/Atlético)

Destaque no clássico contra o América-MG, o argentino Tomás Andrade fez boa estreia com a camisa alvinegra. Com apenas oito minutos em campo, o jogador deu dois passes a gol, o que culminou na goleada do Atlético-MG para cima do Coelho, por 3 a 0.

Pela boa atuação no clássico, Tomás Andrade ganhou vários apelidos carinhosos por parte da torcida atleticana e chegou a ser comparado a grandes craques como Messi, Maradona e Pelé. Apesar dos elogios, o argentino ressaltou que ainda busca traçar sua trajetória profissional.

"Não posso crer nisso. Messi só tem um, assim como Maradona e Pelé. Eu sou Tomás Andrade, tenho 21 anos e ainda não ganhei nada. Então tenho que ficar tranquilo para traçar meu caminho com tranquilidade aqui no clube", disse.

Apresentado no final do mês de janeiro, Andrade ainda busca se adaptar o futebol brasileiro e a língua. Tranquilo, o novo camisa 8 alvinegro elogiou os companheiros de equipe e comissão técnica, que o ajudam nesse período de adaptação.

"Eu penso que é mais fácil quando comissão técnica e jogadores trabalham juntos. A bola é uma só, são onze jogadores para cada lado, o futebol é o mesmo. Aqui eu tive sorte de encontrar um grupo muito bom, com pessoas ótimas e espero conseguir mais jogos como aquele de ontem. Eu gostei muito da cidade, tudo é muito tranquilo e já percebi que a torcida é fervorosa, como dizem na Argentina, estou me adaptando bem", completou.

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Na última partida da Copa do Brasil, o Galo enfrentou o Atlético-AC, no Acre e nesta quarta-feira (21) fará um duelo contra o Botafogo-PB, na Paraíba. Ainda não acostumado as grandes distâncias, Tomás Andrade se vê a disposição do técnico para atuar na próxima fase do torneio. 

"Quando cheguei aqui ao Brasil falaram que eu teria de me acostumar a fazer muitas viagens, já na Argentina eu não fazia muito. Mas o treinador é quem decide se vou jogar ou não, eu tenho condições de jogar, mas ele é quem decide", avaliou.