Claudinei pede desculpas após ser expulso em clássico, mas critica postura de Betinho
Foto: Jamira Furlani/Avaí FC

Claudinei pede desculpas após ser expulso em clássico, mas critica postura de Betinho

Técnico avaiano foi excluído do jogo após cobrar volante do Figueirense, que, segundo o treinador, teria cavado lance da expulsão de Luanzinho; jogo terminou empatado por 1 a 1

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Bruno da Silva

Em um clássico com muitas confusões, principalmente no primeiro tempo, o Avaí marcou no final e, mesmo com um a menos em cerca de 70 minutos, conseguiu o 1 a 1 contra o Figueirense, fora de casa, pela 13ª rodada do Campeonato Catarinense. Jorge Henrique fez o gol do time alvinegro, e Zé Antônio, contra, fechou o placar.

O técnico Claudinei Oliveira foi expulso logo após o cartão vermelho direto a Luanzinho. O treinador cobrou o volante Betinho, do Figueirense, que foi o pivô do lance da expulsão do jogador do meia do Avaí. Claudinei explicou que a cobrança veio porque julgou que o jogador do Figueirense teria simulado o lance, mas se desculpou pelo excesso na abordagem.

"Teve excesso da minha parte. A gente vive em um mundo que as pessoas perderam a capacidade de se indignar com as coisas. Eu não. Um pouco antes o Betinho se choca com o Moritz e tenta cavar. Do Luanzinho e faz isso, no meu lado. Eu fui cobrar pra ele parar de se jogar. Peço desculpas se me excedi. Não xinguei o árbitro", contou.

"A equipe do Avaí pode errar por ser boazinha, mas não por ser agressiva. O árbitro foi na dele. Eu não tinha aberto a boca e ele já tinha me ameaçado expulsão. No gol do Figueirense o treinador entrou em campo falar com jogador. Apesar de terem excedido com Betinho, eu não entrei em campo, e fui o único expulso. Quando sai, cutuquei a cabeça do Betinho e disse pra parar de se jogar. Veio o auxiliar do Figueirense, não sei se não ia me agredir e mantive ele afastado. Ninguém é mais homem que ninguém, de cabeça quente, tentei voltar", complementou.

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O treinador elogiou a postura do time que, apesar de ter um a menos durante grande parte do jogo, conseguiu buscar o resultado no fim. "O empate de uma equipe que não desistiu nenhum minuto, mesmo com um jogador a menos. A gente lamenta o gol em um chute de média distância. Sofremos com bolas aéreas, temos que treinar, O empate premia o Avaí que não desistiu. Parabenizar os atletas pela luta e na minha opinião foi merecido o empate", disse. Claudinei treinou o Avaí em cinco jogos contra o Figueirense: todos terminaram empatados.

Apesar do resultado conquistado no fim, o Avaí ficou seis pontos atrás do Figueirense na briga por uma vaga para a final do Catarinense. Claudinei admite que, faltando seis partidas, a situação para buscar uma vaga à decisão ficou mais complicada.

"Um empate tornaria difícil e a derrota quase impossível, são poucas rodadas. Seis pontos eu não acho. Se eles continuarem empatando e nós ganharmos... três empates é seis pontos , e o Figueirense Chapecoense fora. Na última quarta não fizemos nossa parte e por isso não estamos tão perto agora", analisou.

O Avaí volta a campo na quinta-feira (15), quando recebe o Fluminense, pela terceira fase da Copa do Brasil - o Leão venceu no Rio de Janeiro por 2 a 1, de virada. Pelo Catarinense, o time visita o Concórdia, no domingo (18), às 18h.

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