Análise: Rabello vai do inferno ao céu e coloca Botafogo na final da Taça Rio

Zagueiro representou bem o que foi o jogo do sistema defensivo do Glorioso que agora espera seu adversário na final

Análise: Rabello vai do inferno ao céu e coloca Botafogo na final da Taça Rio
Foto: Divulgação/Vasco

Em partida válida pelas semifinais da Taça Rio 2018 o Botafogo venceu o Vasco por 3-2 nesta quarta-feira (21) no Estádio Nilton Santos. A partida ficou marcada pelo ritmo fortíssimo na primeira etapa e pela reviravolta do jogo aéreo botafoguense, em especial, do zagueiro Igor Rabello

No início da partida os comandados de Alberto Valentim tomaram o controle trocando passes e criando jogadas ofensivas. O impacto, no entanto, acabou logo após o gol marcado por Brenner e deu início ao domínio vascaíno que perdurou durante todo o restante do confronto.

A supremacia do Gigante da Colina, no entanto, não anulou as oportunidades de gol do Botafogo, mas forçou a mudança da forma de jogar do Alvinegro. Antes propondo o jogo o time agora agia nos contra-ataques.

Péssimo jogo aéreo permite virada vascaína

Com Paulinho cobrando dois escanteios Erazo e Riascos viraram a partida ainda no primeiro tempo para o Vasco. No primeiro lance Rabello nem viu o zagueiro equatoriano enquanto no segundo a antecipação do atacante foi crucial. 

Além dos dois gols, outro momento, antes dos gols vascaínos, levou muito perigo ao gol de Gatito. Após arrancada de Pikachu na direita Riascos cabeceou e viu a bola bater em cima da linha. O lance foi bem anulado pela arbitragem mas seria um prenúncio do que viria a seguir já que o gol de Erazo veio na jogada seguinte.  

Jogo aéreo, quem diria, salva o Botafogo

Já no final da partida, mais precisamente aos 40 minutos da segunda etapa, Igor Rabello, principal responsável pelo primeiro gol do Vasco na partida, subiu mais alto que todo mundo e colocou o Fogão na final da Taça Rio. O jogo aéreo, tão deficiente na primeira parte, foi fundamental para a classificação.