Gilson Kleina admite má atuação da Chape contra Internacional: "Cometemos erros"

Técnico falou ainda sobre a postura colorada e projetou melhorar seu time para próximas partidas

Gilson Kleina admite má atuação da Chape contra Internacional: "Cometemos erros"
Foto: Ricardo Duarte/Internacional

A Chapecoense não jogou bem e acabou perdendo para o Internacional pelo placar de 3 a 0 no estádio Beira-Rio. Com o resultado, a equipe se aproximou da zona de rebaixamento. O técnico Gilson Kleina admitiu os erros durante o jogo e avaliou a partida.

Eu acho que cometemos erros graves, que foram os erros de passes. Quando roubávamos a bola para fazer a transição, errávamos o passe e permitíamos que o adversário crescesse em nosso campo e começasse a jogada. Tentamos corrigir durante o jogo, mas fomos melhorar depois do intervalo, quando conseguimos trabalhar mais a bola. O primeiro gol foi de vontade do Inter, que achou a bola, deu uma bicicleta e o Lucca foi feliz no arremate”, comentou.

O Internacional havia marcado apenas dois gols no campeonato até o momento e estava sob pressão. Para o comandante da Chape, sua equipe não conseguiu aproveitar este fator.

Vimos uma equipe adversária nervosa e não conseguimos aproveitar. Paramos pouco a bola no ataque e era importante criarmos. Quando a bola chegava nos pés de Canteros, a equipe fluía, mas faltou jogadas pelos lados”, avaliou. 

Kleina ressaltou a importância de pontuar fora de casa e relembrou as boas atuações diante de Flamengo e Atlético-MG. Ele falou ainda sobre a sequência de jogos de seu time.

Fizemos dois jogos em alto nível. Flamengo, Atlético-MG e Internacional não são fáceis. Em cinco jogos que temos pela frente, apenas um é em casa. A tabela é cruel para a Chapecoense, mas temos que ser competentes. Temos que pontuar fora de casa, é difícil, mas tem que ter equilíbrio. Espero diminuir os erros de passe, fazer um jogo mais aproximado, ser coeso. Não posso culpar ninguém. Mérito do Damião de buscar uma bola perdida e de Lucca na finalização”, falou o comandante, projetando as próximas partidas e dando créditos aos colorados. 

O comandante falou também da equipe colorada. Ele avaliou o desempenho do individual dos atletas da equipe e também o desempenho do grupo na partida.

O D’Alessandro é o cérebro da equipe, mas ao mesmo tempo fica mais agudo sem ele. Trabalhei com Lucca e Potker, sabia que ia ter profundidade. O Lucca cai muito para dentro, tanto que um gol saiu em um arremate nessa posição. Ficou uma equipe de força. Tinha que competir, porque o meio deles pedia isso. Quando encaixamos no Dourado, que era o primeiro da posição, as coisas equilibraram, usaram mais a bola longa. O primeiro gol foi uma bola achada, mas que não desistiram da jogada. O jogo pedia esse tipo de espirito”, avaliou.