Sem Neymar, Brasil enfrenta Croácia em penúltimo amistoso antes da Copa do Mundo

Tite promove a entrada de Thiago Silva e Fernandinho com titulares; Danilo sai na frente de Fágner na vaga deixada por Dani Alves

Sem Neymar, Brasil enfrenta Croácia em penúltimo amistoso antes da Copa do Mundo
Foto: Lucas Figueiredo/CBF
Brasil
Croácia
Brasil: Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro, Fernandinho e Paulinho; Philippe Coutinho, Gabriel Jesus e Willian.
Croácia : Kalinic; Corluka, Vida, Pivaric e Vrsaljko; Kovacic, Modric e Rakitic; Perisic, Manduzkic e Pjaca.
ÁRBITRO: Michael Oliver (Inglaterra), auxiliado por Stuart Burt e Simon Bennett (trio da Inglaterra).
INCIDENCIAS: Amistoso preparatório para Copa do Mundo, no Estádio Anfield Road, em Liverpool (Inglaterra).

Se preparando para a Copa do Mundo da Rússia, a Seleção Brasileira enfrenta a Croácia, neste domingo, às 11h, no Estádio Anfield Road, na Inglaterra. A partida é a primeira da preparação de Tite e da comissão técnica visando o Mundial.

Depois do amistoso contra a Croácia, o Brasil terá como último adversário antes da Copa a seleção da Áustria, em Viena, no dia 10 de junho.

Foto: Lucas Figueiredo/CBF
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45 minutos de teste sem Neymar

Se recuperando de lesão, Neymar só deverá participar dos 45 minutos finais da partida. Sem seu principal jogador, Tite optou por um esquema com três volantes: Casemiro, Paulinho e Fernandinho. Na frente, Willian, Phillipe Coutinho e Gabriel Jesus formam o trio de ataque. Se mantiver as escalações das Eliminatórias, o treinador da Seleção deve sacar um dos volantes para a entrada do camisa 10 e recuar Coutinho para formar o meio-campo brasileiro. 

"Ele vai ficar no banco porque está em processo de recuperação. Vai entrar no intervalo. Porque é jogo de preparação nosso, de toda a equipe. Quem vai sair eu não sei, mas é nossa projeção, em cima dessa escala evolutiva de trabalho dele", afirmou Tite. 

Foto: Lucas Figueiredo/CBF
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Na zaga, o comandante brasileiro tem uma decisão difícil para decidir a dupla de zaga. Todos os quatro convocados vivem bons momentos em seus clubes.

De fora das primeiras convocações de Tite, Thiago Silva retomou a posição de titular no fim das Eliminatórias e desde então não saiu mais da equipe. Seu companheiro de equipe na França, Marquinhos ficará no banco e o treinador comentou ser muito difícil escolher os titulares. 

"Muito difícil. Muito difícil. Muito difícil... No último momento veio o Thiago e jogou muito, assim como nas outras vezes em que havia entrado. Às vezes dói o coração ter que decidir e essa foi muito difícil. Qualquer um dos três escalados seria justo. O Miranda vem dando sequência e não abriu brechas, mas qualquer outro que ficasse fora seria passível da interpretação de que não fui correto. O Marquinhos sabe do respeito pessoal e profissional que tenho por ele", comentou.

Croácia aposta em meio de craques

Já a Croácia, que está no Grupo D da Copa do Mundo junto com Argentina, Nigéria e Islândia, tem como ponto forte o meio-campo. Dois de seus principais jogadores atuam como armadores do Real Madrid e Barcelona. Trata-se de Luka Modric e Ivan Rakitic, que devem ser titulares no duelo com o Brasil.

"Obviamente vamos jogar contra um favorito ao título da Copa e será um grande festa para saber nossa força na Copa. Será um grande teste para o nosso jogo contra a Argentina. Vou mudar o estilo de jogo, vamos tentar algo no jogo contra a Argentina, e nos primeiros 45 minutos contra o Brasil vamos ver se funciona", disse o treinador Zlatko Dalic.

Foto: Lucas Figueiredo/CBF
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

As duas equipes fizeram o jogo de abertura da Copa do Mundo de 2014. Naquela ocasião, a Seleção Brasileira venceu por 3 a 1, na Arena Corinthians. O capitão Luka Modric vê o Brasil de 2018 muito melhor do que há quatro anos.

"Em 2014 jogamos em São Paulo a Croácia foi muito bem mesmo sem ganhar no fim, foi por detalhes. Mas não é importante para amanhã. Hoje o Brasil é um time muito melhor do que em 2014, mas a Croácia também evoluiu. Vai ser um jogo duro e um bom teste para a Copa, mas também não deve se tirar grandes conclusões desse resultado", afirmou.