Mazola mostra tranquilidade após empate do Criciúma: “Não podemos fazer uma catástrofe”
Técnico minimizou empate contra o Figueirense (Foto:Divulgação/Criciúma)

Mazola mostra tranquilidade após empate do Criciúma: “Não podemos fazer uma catástrofe”

Com resultado, Tigre fica em 18º na tabela, permanecendo na zona de rebaixamento; já o Figueirense perdeu a chance de entrar no G4

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Beatriz Fabbri

O Criciúma empatou com o Figueirense em 1 a 1 nesta quinta-feira (05) pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro série B, no Estádio Heriberto Hulse. Com gols de João Paulo e Nogueira, o empate deixa o Tigre na zona de rebaixamento com 13 pontos. O treinador Mazola Júnior tranquilizou o torcedor em relação ao resultado, definiu o empate em clássico "não tão catastrófico assim".

Logo no início do jogo, o Figueirense precisou fazer uma substituição devido a uma colisão entre dois jogadores do próprio time. Pereira saiu para entrada de Matheus Sales.

O time da casa foi para cima do adversário com muitos chutes, parando no goleiro Denis. Somente aos 26 minutos, o Figueirense teve uma boa chance de marcar o primeiro da partida, mas Luiz faz uma ótima defesa.

Mal sabia que logo aos 29 minutos, João Paulo sozinho faz um golaço, 1 a 0. Até o final da partida, ambos os times trocaram passes e tentaram obter chances de gol. O Figueirense até marcou, mas o impedimento foi marcado para Renan Mota.

No segundo tempo, um visitante mais ofensivo. O time foi para cima do Criciúma, que forçou a defesa e o goleiro Luiz a trabalharem duro para segurar o placar. Foi aos 30 minutos que o empate aconteceu. Nogueira chuta no cantinho, sem chances para o goleiro. Após tomar empate, o time da casa avançou para tentar virar o jogo. Sem chances, o placar final foi 1 a 1 no clássico.

O técnico do Criciúma, Mazola Júnior, tranquilizou o time e os torcedores após o resultado de 1 a 1.

"Não podemos fazer uma catástrofe, empatar um clássico em casa não é tão catastrófico assim, ainda mais contra o Figueirense, pela equipe que tem, pelo investimento que tem e seu trabalho contínuo. Empatamos o jogo pois tivemos pouca agressividade na bola parada contra nós, tínhamos alertado no intervalo. Na segunda parte tivemos muitos problemas. Fomos pouco agressivos na marcação da bola parada. Tirando o cruzamento, acho que o Figueirense em jogo jogado não criou nada. Tínhamos que ganhar, mas dentro da situação que nos encontrávamos no campeonato e pelo o que o time está apresentando hoje, nos dá a confiança de fazer um campeonato tranquilo ou aceitável se a equipe continuar a trabalhar assim" disse o treinador.

Sobre o jogo, na opinião de Mazola, faltou agressividade: “O gol foi de falta lateral, faltou agressividade na marcação, o Nogueira acabou se antecipando e marcou. A bola não poderia ter passado tão baixa do jeito que passou. Tínhamos que ter cortado. Alguns jogadores sentiram o cansaço da primeira parte. Não tenho como fazer cinco substituições. Por todas essas somatórias, acho que o resultado não foi tão catastrófico. Desde que cheguei no Criciúma, foi o adversário mais qualificado que enfrentamos. Eu tinha falado isso antes" afirmou Mazola.

O próximo desafio do Criciúma é o Goiás fora de casa na sexta (13), no Estádio Olímpico em Goias, às 20h30 pela 15ª rodada da série B. Já o Figueirense joga em casa, na segunda (09) às 20h30 contra o Oeste.

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