Com demissão de Paquetá, Botafogo chega ao quarto técnico no ano e iguala marca de 2005
(Foto: Vitor Silva / SSPress / Botafogo)

Com demissão de Paquetá, Botafogo chega ao quarto técnico no ano e iguala marca de 2005

Esse fato não acontecia há treze anos e Botafogo vive um drama em relação aos técnicos

CaioCarvalho97
Caio Carvalho

Durou pouco a passagem de Marcos Paquetá pelo Botafogo. Contratado há pouco mais de um mês para substituir Alberto Valentim no comando do alvinegro, o treinador se despediu com quatro derrotas em cinco jogos, totalizando apenas 20% de aproveitamento. Com a demissão, Paquetá agora integra o top 3 dos técnicos que ficaram menos tempo no Botafogo, sendo superado apenas por (5 jogos) e Mario Sérgio (3 jogos). 

Outro fato curioso é que se repetirá uma marca negativa que aconteceu pela última vez há treze anos. O próximo nome que for anunciado pela diretoria será o quarto treinador do Botafogo nesta temporada. Além de Paquetá e Valentim, Felipe Conceição esteve à frente do alvinegro. Naquela oportunidade, os comandantes da equipe carioca foram: Bonamigo, P. C. Gusmão, Péricles Chamusca e Celso Roth. O glorioso terminou o Brasileirão de 2005 na 9ª posição, com 47% de aproveitamento. 

Entretanto, esses números não chegam nem perto do pior período da história do futebol alvinegro. Em 2002, quando o clube foi rebaixado para a Série B pela primeira vez, oito técnicos passaram por General Severiano. Abel Braga, Paulo Zagallo ‘Zagallinho’, Dé ‘o Aranha’, Leomir de Souza, Arthur Bernardes, Abel Braga (novamente), Ivo Wortmann e Carlos Alberto Torres comandaram o Botafogo naquele fatídico ano. 

Passando por um momento ruim tanto dentro como fora de campo, o Botafogo necessita de um treinador que chegue para mudar e principalmente alavancar a situação do time, para que o fantasma da terrível queda em 2002 não volte a pairar sobre os torcedores botafoguenses. Para esta missão, o nome de Zé Ricardo é o mais desejado. Ex-Flamengo e Vasco, Zé já havia sido procurado pelo clube após a saída de Valentim, mas o negócio não andou. O trunfo do Botafogo para que o acordo seja selado é Anderson Barros, que já trabalhou com o técnico nos rivais cariocas. 

 

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