Weverton pede cautela ao Palmeiras contra o Cerro Porteño: “Não existe adversário fácil”
Divulgação/ SE Palmeiras

Weverton pede cautela ao Palmeiras contra o Cerro Porteño: “Não existe adversário fácil”

Atleta se mostra confiante, porém garante que o jogo não está ganho

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Leticia Denadai

Com foco na preparação para a partida contra o Cerro Porteño pelo jogo de volta da Libertadores, o Palmeiras treinou na tarde desta quarta-feira, o goleiro Weverton concedeu entrevista coletiva: 

Weverton projetou a partida de volta e espera dificuldade mesmo com vantagem no placar: 

”Sem dúvida, acho que, a partir do momento que a gente entra em campo, realmente tem que entender que é uma guerra, mas acho que se tratando de Libertadores a gente sabe, não adianta a gente querer achar que não, realmente Libertadores tem um clima da Libertadores, um clima diferente, um clima especial e a gente tem que se preparar bem para as adversidades e não vai ser diferente. A gente sabe e está se preparando muito bem para isso, porque sabe que vamos ter dificuldades quinta-feira. (...) Sabe que vamos encontrar dificuldades, sabe que vamos ter que estar muito concentrado e que se a gente tiver muito bem no jogo, como vem mantendo, a gente vai conseguir nosso objetivo.”

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O atleta ainda completou que, mesmo com a vantagem e a melhor campanha, o time não pode se acomodar. “Óbvio que não vai ser fácil, a gente não tem que se agarrar. Foi uma vantagem que a gente conquistou legal, mas isso não quer dizer nada para gente nesse momento. A gente tem que batalhar de novo para conquistar, porque é outro jogo, é outro treinador também da equipe adversária.(...) A gente sabe que não pode vacilar, muito menos confiar naquilo que a gente conquistou no passado.”

O goleiro alviverde, que está há nove jogos sem tomar gol, comentou sobre o incômodo na coxa sentido por ele na última partida, contra o Internacional. “Contra o Inter, realmente, na hora de chutar a bola, eu estava sentindo um pouco de incômodo e tive que pedir atendimento algumas vezes para tentar passar um spray, algo que pudesse tirar minha dor momentânea. A gente sabe que jogador de futebol, ainda mais no Brasil, com esse tanto de jogo, dificilmente você consegue se recuperar 100% para ir pro jogo sem dor nenhuma. Eu estou pronto para que, se o Felipão me optar e quiser me utilizar quinta-feira, eu vou fazer o melhor e ajudar meus companheiros. Estou fazendo tratamento para a dor, mas não é nada que preocupe.”

 

Weverton ainda falou sobre o clima no vestiário palmeirense com a chegada do Felipão: 

Descontentamento não. Óbvio que todo mundo quer jogar. Esse grupo é de pessoas de muito caráter e que respeitam as decisões do treinador. O Roger tinha a forma dele de trabalhar, gostava de manter o padrão, o Felipão já é um cara que gosta de dar mais oportunidades e isso gerou uma competitividade legal entre o grupo, porque quem está jogando, quer continuar, que está entrando, quer buscar uma vaga. Então isso gera competitividade e deixa todo mundo preparado e se sentindo importante, isso é legal.”

Terminou dizendo que os jogadores não podem se apegar ao fato de ter a melhor campanha na Libertadores. “ O que a gente fez no passado, está no passado. A melhor campanha só nos dá a oportunidade de disputar todas as decisões em casa, esse foi o prêmio. Agora a gente tem que conquistar tudo de novo, passo a passo, jogo a jogo.”

Palmeiras entra em campo na próxima quinta-feira (30), contra o Cerro Porteño, no Allianz Parque, pela Copa Libertadores da América.

 

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