Após virada do Avaí, Geninho responde torcida: "Queria ser burro assim sempre"
Foto: Jamira Furlani / Avaí

Após virada do Avaí, Geninho responde torcida: "Queria ser burro assim sempre"

Virada dos catarinenses começou a ser construída após substituições do treinador

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Gustavo Milioli

O Avaí conquistou uma importante vitória na noite deste sábado (22). Depois de sair atrás no placar, virou no segundo tempo para 3 a 1 e assegurou a volta ao G-4 da Série B do Campeonato Brasileiro.

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Quando ainda perdia por 1 a 0, Geninho substituiu o ídolo Marquinhos por Getúlio, recebendo gritos de “burro” das arquibancadas. Por ironia - ou não -, foi de Getúlio o gol que abriu a brecha para sair a vitória no segundo tempo.

Em entrevista coletiva, o técnico do Avaí mostrou tranquilidade ao analisar o jogo. E também, não deixou de alfinetar o torcedor.

Não fico chateado por mim, tenho 50 anos de bola. Já fui chamado de burro em todos os lugares, em estádio com quase 100 mil pessoas, não me afeta, mas afeta alguns jogadores. Nas primeiras jogadas ele (Getúlio) se enroscou. Tanto que chamei para se acalmar. Falei para esquecer a arquibancada. Falei para fazer como no treino. No primeiro tempo muita gente não queria o Matheus. Tem torcedor quem quer que coloque o Gabriel. Tem gente que nunca viu jogar, não sabe onde jogou, como jogou. Conhecem ele como? Tem comentaristas que querem que coloque o Gabriel como, se não acompanha treino? Acho que o burro não sou eu. Os caras criticam, jogador entra e faz gol, quase faz o segundo, o outro dá passe e põe na cara do gol. O outro faz gol. Queria ser burro assim sempre”, disse.

Apesar da boa vitória, a partida foi complicada para o Leão. O lanterna Sampaio Corrêa vendeu caro a derrota, sofrendo o gol da virada apenas aos 32 minutos da etapa final. Geninho reprovou o primeiro tempo da equipe, o que servirá de aprendizado para a reta final da competição.

Eu acho que o primeiro tempo mesmo após a entrada do Matheus, num todo foi muito ruim. Mesma coisa que entrar no Baile estar tocando samba e querer dançar valsa. Jogo está em um ritmo, arbitragem, em nosso time em outro. Tinham acontecido lances fortes e o juiz deixou correr. Nosso time não entendeu. Tanto que levou gol com dois jogadores nossos caindo. Difícil salvar alguém no primeiro tempo. Claro que pode levar em conta o esquema. Estava lento, sem jogar, viveu de chutão e tentando alçar bola na área. Isso não existe no futebol. Pode alçar, mas de jogada mais perto. Chegamos alçar até bola do meio, frontal às vezes. Disse para eles no final. Não é primeiro tempo para esquecer, mas para lembrar e não repetir. Não tivemos nada, quem mandou foi o Sampaio. Fizeram um gol e poderiam fazer mais. Falamos bastante no primeiro tempo sobre isso”, afirmou.

No próximo compromisso, o Avaí viaja para encarar o Coritiba, sábado (29), às 19h, pela 29ª rodada da Série B.

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