Claudinei Oliveira lamenta atuação do Paraná após expulsão: "Não sabíamos jogar"
(Foto: Geraldo Bubniak/Paraná Clube)

Claudinei Oliveira lamenta atuação do Paraná após expulsão: "Não sabíamos jogar"

Treinador exaltou começo da equipe, mas demonstrou descontentamento com desempenho após ficar com um a mais em campo

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Caio Vinicius

Nesta segunda-feira (1), no jogo de encerramento da vigésima sétima rodada do Campeonato Brasileiro, o Paraná empatou com o Vasco por 1 a 1 na Vila Capanema. O meia Alex Santana abriu o placar para os donos da casa, enquanto o atacante Maxi López, de pênalti, igualou tudo na segunda etapa.

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Após a partida, o técnico paranista, Claudinei Oliveira, comentou sobre os principais pontos do empate. Ele destacou a facilidade da construção ofensiva de sua equipe durante o confronto e alguns lances desperdiçados, que servem de lição.

"A gente saiu na frente do placar com o gol do Alex, mas podíamos ter feito o segundo gol. Teve aquela chance do Ortigoza e a do Vilela dentro da área. Tivemos algumas boas transições com o Juninho. Mas quando tivemos 11 contra 10, não sabíamos como jogar", disse.

Claudinei fez questão de elogiar a atuação do lateral esquerdo Juninho, que até pouco tempo atrás, era uma opção descartada entre os relacionados.

"Alguns jogadores estão sem ritmo. O Juninho entrou e aguentou um tempo inteiro. Ele ficava de fora de alguns treinos, não ficava bravo e não reclamava em nenhum momento. Nesse momento você vê a qualidade do menino e chegou a hora de colocar em um jogo", afirmou.

Ao ser questionado sobre o tratamento dos torcedores a determinados jogadores que entraram em campo, o treinador deu uma puxão na orelha da torcida.

"Quando um jogador entra vaiado, eu não sei o que representa isso para ele. Lógico que eles erram uns passes, algumas jogadas", alfinetou.

"A torcida não gosta desse, não gosta daquele. Daqui a pouco não temos time para escalar. O Mansur é um exemplo. Pegavam no pé, mas é a segunda ou terceiro partida que vem bem, não comprometeu", concluiu.

Seguindo a linha de raciocínio sobre as vaias, o comandante explicou que os atletas também devem suportar a pressão dentro de campo e comparou com a situação da comissão técnica e atual diretoria do Paraná.

"Eles tem que aguentar. Não podemos depender do atleta porque ele só joga fora de casa por a pressão ser menor. Isso não existe. Todos nós sofremos pressão, eu sofro por causa dos resultados, o presidente também", declarou.

 

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