Na festa do título continental, Gabigol crava: "A equipe está na história"
Foto: Reprodução/Conmebol

Dia 23 de novembro voltou a ficar tatuado no peito do torcedor rubro-negro. Exatamente 38 anos depois do título da Libertadores de 1981, o Flamengo voltou a conquistar a América, agora em 2019. Muito disso graças aos dois gols de Gabriel Barbosa, que entrou para a história rubro-negra.

Depois de ficar sumido durante toda a decisão contra o River Plate, em Lima, Gabigol apareceu somente aos 89 e 92 minutos para virar a finalíssima. Marcado de perto pelo zagueiro Pinola, o atacante de 23 anos estava passando despercebido.

Antes de marcar o gol de empate, Gabriel havia dado apenas dois chutes a gol, mas ambas sem muito perigo. Ao todo, ele deu tentou quatro dribles e perdeu todos. A marcação argentina estava implacável. Mas nos último minutos, Gabriel se vestiu de Gabigol e deu o bi da América ao Flamengo, estrando para a história do clube.

"Não só eu, mas a equipe [se tornou imortal]. A equipe está na história. Nos juntamos a ídolos enormes, como Zico, Junior, Adriano… Isso ninguém tira mais. Foi uma noite maravilhosa, muito linda, que vai ficar marcada para o resto de nossas vidas."

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Ainda com o futuro indefinido, o atacante flamenguista já está nas graças da torcida carioca. A frase "Hoje tem gol do Gabigol" não sai da boca dos rubro-negros. E na festa do título no domingo (24), na avenida Presidente Vargas, centro do Rio de Janeiro, um dos gritos era: "Fica, Gabigol!".

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