Zagueiro Luciano Castán comenta trabalho do técnico Maurício
Barbieri no CSA 
Foto: Augusto Oliveira/RCortez/CSA

O zagueiro Luciano Castán foi parte importante no ano de 2019 para o CSA. Capitão da equipe em algumas oportunidades, dos pés do zagueiro saiu o título do bicampeonato alagoano sobre o arquirrival CRB, no pênalti que deu a vitória ao lado azul. Titular na maior parte do tempo, permaneceu no clube marujo para a temporada de 2020 com o mesmo objetivo: manter o bom número de jogos, o nível razoável de desempenho e fazer parte dos objetivos traçados pela equipe. O defensor concedeu entrevista coletiva à imprensa no Centro de Treinamento Gustavo Paiva, no Mutange, em Maceió/AL.

“Esse ano eu quero dar o meu melhor mais uma vez. Quero títulos e levar o time de volta à Série A. Minha família está bem adaptada aqui na cidade e o CSA é um clube que eu tenho um carinho muito grande. Na minha carreira, quando eu mais precisei, o clube abriu as portas para mim, então não poderia dar as contas agora. Sei da ambição que o clube tem e as pessoas que trabalham aqui. Ano passado, eu tive minha melhor média, foram 52 jogos no total. Muito se vale por conta dos profissionais que passaram aqui e a parte extracampo. O preparo físico e dormir cedo são pontos fundamentais. Lógico que a gente toma uns cartões, mas tem que ter disciplina em campo”, disse.

Muita coisa mudou em relação ao grupo que encerrou o Campeonato Brasileiro da Série A. Porém, os zagueiros foram mantidos. Além de Castán, Alan Costa teve seu contrato renovado, Lucas Dias permanece com vínculo vigente e Leandro Souza retorna após ser emprestado ao Cuiabá no segundo semestre. Mas a grande mudança vem na comissão técnica. Maurício Barbieri foi contratado e Luciano Castán já percebe a interferência do novo treinador nos primeiros trabalhos do ano.

“Já deu para assimilar o jeito que ele quer que a gente jogue. Começo de temporada é assim, bem mais puxado. Foram três dias até agora, mas já deu para pegar e agora falta dar liga. Todo ano é assim, a gente perde um pouco de tempo nisso com entrosamento. É sempre bom ter remanescentes da temporada passada. No futebol brasileiro, nessa divisão, quase todos os anos são com grupos se refazendo. Comigo e com o Alan Costa ficando aqui, a gente ganha um tempo, já que somos entrosados. Mas temos que fazer valer isso dentro de campo também”, continuou.

Outro atleta que conversou com os jornalistas foi Jean Cléber. O volante tem vínculo com o CSA até a metade deste ano corrente. Diferente do esperado, o jogador demorou para entrar no ritmo, uma vez que chegou com o Brasileirão 2019 em andamento. Mas Jean Cléber acredita em um 2020 otimista e vitorioso e espera que todas as intenções – individuais e da equipe – possam dar certo.

“Vamos lutar muito para fazer um grande primeiro semestre. Temos que manter uma intensidade importante para brigarmos por títulos nesta temporada. Estamos muito motivados com o trabalho que vem sendo realizado. O grupo vem ganhando confiança no dia a dia e está muito confiante neste ano. Estou muito motivado para a temporada 2020. Espero que seja um grande ano ao CSA e para mim também. Vou lutar muito para que isso seja possível”, declarou.

O CSA segue em treinamentos intensos no Mutange. Nesta quarta-feira (8), serão realizadas novas atividades em período integral e o atacante Victor Paraíba irá conceder entrevista durante a tarde. Em 2020, o Azulão do Mutange irá disputar o Campeonato Alagoano, a Copa do Nordeste, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro da Série B. O primeiro desafio da equipe azulina será contra o CEO, em duas semanas, no Estádio Edson Matias, em Olho D’Água das Flores/AL, pela abertura do Estadual.

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