Com Abel Hernández, Brasileirão chega a 67 estrangeiros
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Um levantamento realizado pela VAVEL Brasil contabiliza que a Série A do Brasileirão 2020 reúne 65 estrangeiros entre jogadores e técnicos. São profissionais de 13 países: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa do Marfim, Equador, Espanha, Estados Unidos, Japão, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.  

A lista inclui três técnicos — os argentinos Eduardo Coudet e Jorge Sampaoli e o espanhol Domènec Torrent. Este número deve diminuir em breve principalmente pelo caso de cinco jogadores — o venezuelano Alejandro Guerra, afastado no Palmeiras, o colombiano Fredy Guarín, que está no processo de rescindir o contrato com o Vasco, e o trio do Atlético-MG que está fora dos planos de Sampaoli mas ainda segue no clube, formado pelo equatoriano Juan Cazares, o uruguaio Lucas Hernández e o paraguaio Ramón Martínez

América do Sul domina; apenas um deles é goleiro

No total são 17 argentinos, onze colombianos, onze uruguaios, cinco equatorianos, cinco venezuelanos, cinco paraguaios, quatro peruanos, três chilenos e dois espanhóis. Bolívia, Costa do Marfim, Estados Unidos e Japão possuem um representante cada.

O Internacional tem o maior número de estrangeiros no elenco (nove, incluindo o técnico). Já o Botafogo tem duas peculiaridades: é o único que reúne um goleiro (Gatito Fernández) e que possui atletas de três continentes - além dos sul-americanos, há o africano Kalou e o asiático Honda.

A Europa também está representada por dois espanhóis: o técnico do Flamengo é compatriota de Juanfran, lateral-direito do São Paulo.

Dos 20 clubes, apenas o Bahia possui um elenco 100% formado por brasileiros.

Todos os estrangeiros do Brasileirão 2020

Athletico-PR (3): Felipe Aguilar (Colômbia), Jaime Alvarado (Colômbia), Lucho González (Argentina)

Atlético-GO (1): Henry Vaca (Bolívia)

Atlético-MG (8): Alan Franco (Equador), Dylan Borrero (Colômbia), Jefferson Savarino (Venezuela), Juan Cazares (Equador), Junior Alonso (Paraguai), Lucas Hernández (Uruguai), Ramón Martínez (Paraguai); Jorge Sampaoli (Argentina)

Botafogo (5): Alexander Lecaros (Peru), Federico Barrandeguy (Uruguai), Gatito Fernández (Paraguai), Keisuke Honda (Japão), Salomon Kalou (Costa do Marfim)

Corinthians (4): Ángelo Araos (Chile), Bruno Méndez (Uruguai), Rómulo Otero (Venezuela), Victor Cantillo (Colômbia)

Flamengo (4): Giorgian De Arrascaeta (Uruguai), Mauricio Isla (Chile), Robert Piris da Motta (Paraguai); Domènec Torrent (Espanha)

Fluminense (2): Fernando Pacheco (Peru), Michel Araújo (Uruguai)

Fortaleza (3): Franco Fragapane (Argentina), Juan Quintero (Colômbia), Mariano Vázquez (Argentina)

Grêmio (2): Luis Orejuela (Colômbia), Walter Kannemann (Argentina) 

Goiás (4): Ignacio Jara (Chile), Juan Pintado (Uruguai), Keko (Argentina), Kevin Quevedo (Peru)

Internacional (9): Abel Hernández (Uruguai), Andrés D'Alessandro (Argentina), Damián Musto (Argentina), Johnny (EUA), Martín Sarrafiore (Argentina), Paolo Guerrero (Peru), Renzo Saravia (Argentina), Victor Cuesta (Argentina); Eduardo Coudet (Argentina)

Palmeiras (4): Alejandro Guerra (Venezuela), Gustavo Gómez (Paraguai), Iván Angulo (Colômbia), Matías Viña (Uruguai)

Red Bull Bragantino (4): Cesar Haydar (Colômbia), Jan Hurtado (Venezuela), Leonardo Realpe (Equador), Tomás Cuello (Argentina)

Santos (3): Carlos Sánchez (Uruguai), Fernando Uribe (Colômbia), Yeferson Soteldo (Venezuela)

São Paulo (5): Gonzalo Carneiro (Uruguai), Juanfran Torres (Espanha), Joao Rojas (Equador), Robert Arboleda (Equador), Santiago Tréllez (Colômbia)

Sport (3): Jonatan Gómez (Argentina), Leandro Barcia (Uruguai), Lucas Mugni (Argentina)

Vasco (3): Fredy Guarín (Colômbia), Germán Cano (Argentina), Martín Benítez (Argentina)

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