Com holofotes voltados à base, Flamengo investe R$ 52 mi na formação de jogadores em 2020
Foto: Reprodução/ Alexandre Vidal (C.R. Flamengo)

O Flamengo é há duas temporadas, o time mais valorizado do Brasil. Parte deste sucesso dentro de campo é oriundo das categorias de base, do Ninho do Urubu. Desde o início da era Bandeira de Melo, em 2013, o Rubro-Negro passou a investir cada vez mais no futebol juvenil ano após ano, até o total de R$52,282 milhões até o fechamento do primeiro semestre deste ano, ao final de junho.

Famoso por ter revelado recentemente Vinícius Júnior, Reinier, Lucas Paquetá e Jean Lucas para grandes clubes do futebol europeu, o Flamengo também acumula resultados em campo e em suas receitas.

Somente em 2019, os times sub-17 e 20 do Flamengo, foram campeões brasileiro em suas respectivas categorias. Em 2016 e 2018, os Garotos do Ninho faturaram a Copa São Paulo de futebol Júnior, além do bicampeonato em 2018 e 2019 estadual. 

Investimento na base

Começando o cálculo em 2013, quando Eduardo Bandeira de Melo assumiu a gestão administrativa do clube, o Fla gastou R$8,195 milhões no ano, de acordo com o Lance, e dados dos balanços financeiros do Rubro-Negro. 

Confira abaixo, os investimentos da era Bandeira (2013-2018):

2014 - R$7,406 milhões;

2015 - R$10,526 milhões;

2016 - R$16,652 milhões;

2017 - R$ 23,832 milhões;

2018 - R$ 35, 201 milhões.

Já na era Landim (2019-atual), os números seguem em crescente:

2019 - R$ 44,123 milhões;

2020 - R$52,282 milhões* (primeiro semestre do ano).

Destaques

No atual elenco profissional do Flamengo, de 27 atletas integrados ao grupo de Doménec Torrent, da base são: Gabriel Baptista e Hugo Souza (goleiros), Thuler (zagueiro), Ramon (lateral esquerdo), Pepê (meia) e Lincoln (atacante).

Por fora, integrados de forma recente ao clube, mas que ainda são pertencentes à categoria sub-20, outros jovens atletas ganharam notoriedade após a grande exibição diante do Palmeiras, pelo Brasileirão. Além dos citados, Natan e Otávio (zagueiros), Richard Ríos, Lázaro Yuri Oliveira (meias) e Guilherme Bala (atacante) atuaram. 

Por conta da Covid-19, outros jogadores do Ninho não puderam atuar, mas também estão neste seleto grupo de transição. Rodrigo Muniz (atacante), Gomes (meia) e Noga (zagueiro) são exemplos.

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