Arnaldo Ribeiro compara ídolos do São Paulo com jogadores do atual elenco
Arnaldo Ribeiro esmiuçou SPFC após Flamengo 1 a 2 São Paulo (Youtube/Reprodução)

O São Paulo teve um teste de fogo na última quarta-feira (11). Contra o Flamengo, no Maracanã, o Tricolor venceu o Rubro-Negro de virada, por 2 a 1, no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil 2020. A atuação de dois atletas, em especial, foi elogiada por Arnaldo Ribeiro, em live no canal Arnaldo e Tironi - que mantém com o também jornalista Eduardo Tironi.

O primeiro deles foi Daniel Alves. Para Arnaldo Ribeiro, o Good Crazy se impõe pela liderança - e é importante por isso. "Vou falar pra vocês o seguinte: o Daniel Alves, hoje, no São Paulo, é, em termos de atleta, o que era o Rogério Ceni. Ele é o capitão, o primeiro a chegar, o último a sair, joga machucado, joga com o salário atrasado. A devoção que o são-paulino tinha, até então, com o Ceni, ele deve ter com Daniel Alves para essa reta final de temporada. Ele jogou pra cacete", afirmou o jornalista.

Outro ponto levantado pelo jornalista foi a sequência de jogos dada para o camisa do São Paulo. "Deu para entender que ele descansado uma semaninha, contra o Goiás, um jogo, ele estava em outra condição física. Isso faz muita diferença", finalizou.

Brenner

Outro comparado a um grande nome da história do SPFC foi o centroavante de 20 anos da equipe. "O Brenner tem uma estrela que nenhum jogador dos elencos recentes do São Paulo tem. Se o Luis Fabiano tivesse a estrela que ele tem, seria campeão dez vezes", disparou.

Para Arnaldo Ribeiro, além de matador, o jogador é muito técnico. "Ele tem um poder de finalização... e não é só a finalização. Por isso que, às vezes, o Diniz puxa ele pra trás. Ele é muito hábil. É uma frieza no mano a mano com o goleiro que é impressionante", comentou.

Saída de bola

O jornalista não deixou de criticar a forma com a qual Fernando Diniz gosta de atuar: com toques curtos desde a própria área. "Os resultados dele em jogos grandes e a revelação dos meninos são méritos absurdos, indiscutíveis. Porém, tem as eliminações vexatórias para times menores no mesmo pacote. E a insistência em um jogo que não é prazer, é alívio. É uma coisa surreal. E quase mata todo mundo do coração", finalizou.

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