João Martins, auxiliar de Abel Ferreira, elogia Weverton
após mais uma grande atuação: “Não há palavras para descrever”
Foto: Reprodução/TV Palmeiras

Após a derrota e classificação para a final da Libertadores, contra o River Plate, o Palmeiras recebeu no Allianz Parque o Grêmio, em jogo válido pela 30ª rodada do Brasileirão.

A partida disputada na última sexta-feira (15) acabou com empate em 1 a 1, onde Raphael Veiga abriu o placar no primeiro tempo e Diego Souza empatou no fim do segundo tempo.

Após a partida, João Martins, auxiliar de Abel Ferreira que estava sem voz e não pode dar coletiva, comentou a partida, avaliou a atuação da equipe e o quanta influencia da partida frente ao River teve nesse jogo.

Perguntado sobre a intensidade do time e sobre a chance de uma partida protocolar do alviverde, João Martins disse: “A obrigação do Palmeiras é entrar em todos os jogos para ganhar e foi o que nós fizemos. Os jogadores sabiam que tinham que ser rigorosos e intensos contra uma boa equipe. Foi o que fizeram, que tentaram e estão todos de parabéns”.

João também comentou sobre a chance de usar reservas na partida, algo que não foi feito: “Nós definimos o time titular de acordo com os que estão melhor preparados para cada jogo. Escalamos o 11 muito por isso por isso. Olhamos e vimos os melhores preparados em todos os níveis. Fisicamente e taticamente. Foi esse o 11 que estava preparado para tentar ganhar o jogo de hoje”.

João falou sobre tomar o gol de empate no fim e o sentimento “de derrota” e sobre a atuação de Weverton: “Foi um primeiro tempo muito bom, com quatro chutes na trave, só faltou fazermos mais um ou dois gols e o jogo ficava praticamente resolvido. O segundo tempo foi mais equilibrado. Futebol é isso... Por muitas vezes é injusto. Se é que podemos usar essa palavra. Pecamos por essa injustiça e por não termos resolvido no primeiro tempo. Sobre o Weverton não há nada a dizer, está para todos verem o quanto nos tem ajudado. Não há palavras para descrever”.

João Martins também comentou sobre a intensidade do time e sobre o quanto a atuação de terça (12) foi afetada pelo mental: “A questão de intensidade do primeiro tempo foi pela qualidade que tivemos com bola. Não precisamos correr muito, basta correr bem e foi isso que fizemos, corremos bem, com qualidade e cada jogador fez o que foi pedido. Fomos muito superiores no primeiro tempo, e estivemos bem, não só a nível físico, mas tático e técnico. Quanto ao jogo (River), já foi. Estamos na final”.

Quando perguntado sobre o físico, João comentou a atual situação do elenco: “Nós temos uma política, que é: ‘o Palmeiras tem obrigação de entrar todos os jogos para ganhar’. Nossa obrigação é escolher quem está em melhor condições. Logicamente não queríamos ter problemas para escalar, com jogadores fora por alguns dias ou até meses. Tem sido fácil fazer a escalação pois não fica ninguém de fora. Mas falar em cansaço: são as regras do jogo. Queríamos ter dias para descansar, mas como fala nosso professor, é bom sinal pois estamos em todas (as competições)”.

O Palmeiras agora descansa dois dias e já entra em campo mais uma vez, na segunda-feira (19), às 19h, quando recebe o Corinthians no Allianz Parque. Com o empate o alviverde ficou com 48 pontos e se manteve na sexta posição, um ponto atrás do Flamengo e cinco na frente do Fluminense.

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