Denunciado por assédio e mergulhado em crise, Rogério Caboclo se negou a deixar CBF
Foto: Divulgação / CBF

Clima pesadíssimo na CBF. A denúncia de assédio sexual e moral ocorreu na mesma semana em que o presidente Rogério Caboclo passava por um momento de extrema instabilidade no comando da entidade, é a maior crise desde quando assumiu o posto em abril de 2019. Ele já havia se desentendido com o técnico Tite e os jogadores da Seleção Brasileira após oferecer o Brasil para ser sede da Copa América — lembrando que Colômbia e Argentina abdicaram a organização da competição.

Depois do caso de assédio, a CBF começou a ser pressionadas pelos patrocinadores para poder solucionar o caso de forma rápida, justa e transparente. Além disso, o diretor de Governança e Conformidade da CBF, André Megale, enviou um e-mail para Caboclo no qual aconselhava seu afastamento. Os demais diretores e vice-presidentes da confederação também pediram que ele se desligasse do cargo, mesmo que parcialmente. Rogério Caboclo, de início, se negava até a Comissão de Ética bateu o martelo e decidiu pelo afastamento.

Na manhã desta segunda-feira (7), diretores e vice-presidentes da CBF se reúnem novamente para discutir o futuro da CBF e os destinos do futebol brasileiro, inclusive sobre a participação e realização na Copa América.

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