Drama no Grêmio e a necessidade de realizar o quase impossível
Foto: Pedro H. Tesch / AGIF

Mais uma derrota na conta. A cada rodada que se passa, a torcida do Grêmio sente a corda apertando um pouco mais no pescoço. Perder para o Internacional parece ser o empurrão que faltava para o Tricolor cair no fundo do poço da Série A. O placar 1 a 0 a favor dos Colorados no Beira-Rio doeu ardentemente nos Imortais. 

No GreNal 434, o Inter era o favorito sim. Jogou em casa e ganhou. Atuação suficiente do time de Diego Aguirre sobre o desesperado (agora ainda mais) Grêmio de Vágner Mancini. 1 a 0 magro, conquistado ainda no primeiro tempo com gol de Taison aos 40 minutos. O suspiro de esperança gremista foi surrupiado pelo seu maior rival.

Fazer o impossível

Depois de bater o Juventude por 3 a 2 no dia 17 de outubro, a equipe de Mancini e companhia já acumula quatro derrotas seguidas: 2 a 0 do Atlético-GO, 3 a 1 do Palmeiras, 2 a 1 do Atlético-MG e 1 a 0 do Inter. São 26 pontos em 29 jogos — apenas a Chapecoense é pior, tendo 14 pontos em 30 jogos. É a penúltima colocação nas mãos do Imortal, campeão da Libertadores recentemente, em 2017. 

Nos nove jogos que faltam, o Grêmio precisa de seis vitórias e um empate pra chegar aos fatídicos 45 pontos. São sete pontos atrás do primeiro time fora da zona de rebaixamento. Lembrando que nos últimos 11 jogos só venceu Flamengo e Juventude. Missão impossível? Não! Missão quase impossível? Sim!

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