Com retorno de Didira, CSA inicia treinamentos para duelo decisivo contra Parnahyba

Meia se recuperou de virose; atacante Marcelo Nicácio volta levemente às atividades e pode substituir Jônatas Obina, que recebeu o terceiro cartão amarelo

Com retorno de Didira, CSA inicia treinamentos para duelo decisivo contra Parnahyba
(Foto: Divulgação/CSA)

A importante vitória contra o Parnahyba no último fim de semana deixou o CSA com uma vantagem considerável na segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série D 2016. Após a vitória por 2 a 1 e a longa viagem, os atletas se reapresentaram na tarde desta terça-feira (26), no Centro de Treinamento Gustavo Paiva, o Mutange, em Maceió/AL.

A boa notícia fica por conta do retorno de Didira aos treinamentos. Desde que voltou ao CSA, o meia não estreou. Alguns exames foram feitos e os resultados foram inconclusivos quanto a suspeita de zika vírus ou febre chikungunya. Ainda que de forma leve, o atleta foi a campo e treinou finalização com os outros atletas participantes.

O único desfalque até o momento para o jogo é o atacante Jônatas Obina. O centroavante recebeu o terceiro cartão amarelo e cumpre suspensão automática. Outra novidade na reapresentação foi o retorno de Marcelo Nicácio ao gramado do Mutange. Por causa de uma lesão, o atacante não viajou ao Piauí no fim de semana, mas garantiu que foi uma forma de evitar maior desgaste e acelerar a recuperação. Ao lado do fisioterapeuta do clube, Nicácio garantiu estar melhor e será submetido a um exame para saber se pode participar dos treinos da semana com o restante do grupo.

Outras opções para o setor ofensivo são Azul e Katê. A única preocupação para o jogo de domingo fica por conta do volante/lateral-esquerdo Panda. Com dois cartões amarelos, o jogador está pendurado.

Um nome praticamente certo no meio de campo e que faz a diferença no Campeonato Brasileiro da Série D é o meia Cleyton. Autor dos dois gols da vitória contra o Parnahyba, o jogador assumiu a vice-artilharia do torneio, com cinco gols, ao lado de nove atletas. Ao todo, os cinco gols garantiram três vitórias, contra Guarani de Juazeiro, na primeira fase, e contra o Tubarão piauiense.

A estatística também volta a favorecer o CSA. O Azulão não vencia uma equipe em um mata-mata do Brasileiro desde 2002, quando goleou o Treze por 6 a 1, pela Série C daquele ano. Foram nove jogos, com três empates e seis derrotas para o próprio Treze, além do Campinense, Botafogo-PB e Sampaio Corrêa.

CSA e Parnahyba se enfrentam pela quarta vez em menos de 60 dias às 16 horas do próximo domingo (31), no Estádio Rei Pelé, em Maceió/AL. O clube alagoano pode até sofrer uma derrota simples que avança para a terceira fase. Quem se classificar enfrenta o vencedor do confronto entre Altos x América-PE.