Vila Nova e Náutico se enfrentam buscando voltar à luta por vaga no G-4

Equipes estão separadas por apenas dois pontos na tabela; Vila Nova vem de um empate, já o Náutico perdeu dentro de casa.

Vila Nova e Náutico se enfrentam buscando voltar à luta por vaga no G-4
Foto: Divulgação/FPF
Vila Nova
Náutico
Vila Nova: Saulo; Bruno Oliveira, Guilherme Teixeira, Vinicius Simon​ e​​​​ Marcelo Cordeiro; Victor Bolt, Maguinho, Fagner​ e Jean Carlos; Moisés e Patrick (Fabinho). Técnico: Guilherme Alves
Náutico: Júlio César; Joazi, Igor Rabello, Adalberto e Gastón; João Ananias, Eurico (Negretti) e Renan Oliveira; Jefferson Nem, Bergson e Rony. Técnico: Alexandre Gallo
ÁRBITRO: Paulo Sérgio Moreira (MA)
INCIDENCIAS: Partida válida pela 21ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, no estádio OBA, em Goiânia (GO)

Neste sábado (27), o Vila Nova recebe o Náutico no estádio OBA, às 16h20. O jogo é válido pela 21ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e pode marcar a volta de um dos times à briga por uma vaga no G-4, já que com os últimos resultados, as equipes se distanciaram um pouco.

Vindo de um empate fora de casa contra o Bragantino, o Tigre quer vencer em casa para se aproximar do grupo de cima da tabela. A equipe comandada por Guilherme Alves ocupa a 11ª colocação com 26 pontos ganhos.

Pelo lado pernambucano, a vitória é mais do que necessária. Depois de perder dentro de casa para o Criciúma, em um confronto direto na tabela, o Timbu precisa dos três pontos para colar no G-4. 

Vila quer vencer para embalar

Após empatar fora de casa, os comandados de Guilherme Alves tiveram mais de uma semana de trabalho antes de enfrentar o alvirrubro pernambucano. Durante a semana, os trabalhos foram intensos para melhorar a parte tática e bolas paradas. 

Para a próxima rodada, o Tigre contará com a volta do lateral-esquerdo Marcelo Cordeiro, que estava com uma virose, e Victor Bolt, que cumpriu suspensão e retorna ao time titular. Por outro lado, Jean Carlos e Patrick sentiram um desconforto muscular durante a semana e podem desfalcar a equipe.

Guilherme depende apenas do departamento médico para confirmar o time que começa atuando, mas Jean Carlos e Patrick deverão mesmo iniciar o confronto.

"A equipe vem reagindo bem dentro de campo. Sempre falo que a equipe tende a crescer. Nós temos esse compromisso de fazer uma boa Série B, terminar com segurança", disse o treinador, falando também sobre o, considerado por ele, ponto forte do Náutico.

"A transição defensiva para ofensiva do Náutico é uma das mais rápidas do campeonato, com o Rony e Nem. Eles têm muita velocidade nas pontas. Claro que tem a experiência do Hugo e a qualidade do Renan Oliveira, mas o contra-ataque deles é muito rápido", finalizou Guilherme.

Náutico tem desfalque na defesa e aposta no ataque para se recuperar

Vindo de dois jogos sem vencer, sendo uma derrota em plena Arena de Pernambuco para o Criciúma, o escrete de Conselheiro Rosa e Silva joga todas as suas fichas nos atacantes. Deixando um pouco a desejar nas últimas partidas, o ataque alvirrubro é um dos melhores da Série B e pode ser a válvula de escape no próximo embate. 

Mas contra o Vila Nova, Alexandre Gallo terá um importante desfalque na zaga. Titular durante toda Série B e um dos líderes da equipe, Rafael Pereira sofreu um estiramento no joelho esquerdo e está fora. Em seu lugar, Igor Rabello deverá fazer sua estreia na zaga.

"A minha expectativa para estrear está tranquila. Treinei bastante esse tempo todo, só esperando a oportunidade, para aproveitar bem quando essa chance aparecesse para mim.  Estamos focados sempre na marcação. Nosso time é bom na bola roubada ali de trás pra sair no contra-ataque", afirmou o jogador.

O comandante Gallo tem uma dúvida para escalar o Timbu. Eurico e o recém contratado Negretti disputam uma vaga na proteção de zaga e só saberão perto da partida quem jogará ao lado de João Ananias. Negretti, por sinal, chegou do Campinense sendo muito elogiado por Gallo, principalmente por sua versatilidade. O atleta, além de volante, pode atuar de zagueiro ou lateral-direito.

"Acompanhei alguns jogos do Negretti e gostei bastante. É um jogador funcional, que é volante e também joga como lateral-direito e zagueiro central. Eu acho que a titularidade é uma coisa do momento do futebol. Esse momento depende do atleta para que seja alongado o máximo possível. Pode ser uma semana, quinze dias, dois meses. Depende dele se doar, a cumplicidade com o trabalho e o desempenho dentro de campo", observou o treinador alvirrubro.