Oswaldo de Oliveira lamenta gols sofridos pelo Atlético-MG em bolas áreas

Vacilos 'no alto' foram os principais destaques do comandante alvinegro após a derrota para o Santos

Oswaldo de Oliveira lamenta gols sofridos pelo Atlético-MG em bolas áreas
Chances desperdiçadas e bolas na trave foram os pontos cruciais para o revés do Atlético, de acordo com Oswaldo de Oliveira (Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG)

O Atlético-MG foi a Vila Belmiro enfrentar o Santos, nesse sábado (4), e saiu de São Paulo derrotado. O Peixe venceu o Galo por 3 a 1 e fez com que o time mineiro ficasse cada vez mais distante do G-7 e da vaga para a Copa Libertadores de 2018. O técnico do Galo, Oswaldo de Oliveira, classificou a derrota como 'castigo', devido às bolas na trave de Robinho e Leonardo Silva no segundo tempo, os gols sofridos por jogadas aéreas e primeiro tempo ruim.

“Fizemos um primeiro tempo ruim, muito inseguro, tivemos o azar de levar o gol no fim do primeiro tempo. Se tivéssemos conseguido segurar, a história do segundo poderia ter sido outra”, comentou o técnico que aprovou a postura do time na segunda etapa do jogo.

A respeito das bolas levantadas pelo Santos na área do Galo, Oswaldo frisou que o setor defensivo trabalha exaustivamente este fundamento na Cidade do Galo.

"Conseguimos empatar, levamos um gol em bola parada. É um detalhe. Estávamos atuando muito bem, ainda não tínhamos tido ameaça nesse tipo de jogada. Mas era uma coisa que poderia ter sido evitada. No melhor momento do atlético no jogo, acabamos levando o gol", analisou.

As oportunidades perdidas foi o ponto principal para o comandante, fator considerado por ele responsável pelo revés do time na partida.

“Tivemos duas oportunidades muito boas, duas bolas na trave. A do Robinho, que normalmente entra, hoje não entrou. A do Léo, que subiu e direcionou a bola para entrar e não conseguiu. O gol do David Braz, que só deixou a bola na área, estava desequilibrado e acertou o ângulo. É uma coisa do futebol”, lamentou.

Depois, o jogo ficou desequilibrado, tentamos até o fim e ainda temos chance. Se tivéssemos empatado, o Santos ficaria desequilibrado, pois era um momento crucial. Mas isso acontece no futebol, nossa equipe vinha se comportando muito bem nas bola paradas, hoje, infelizmente, não conseguimos evitar. Mas o trabalho segue da maneira que temos feito. Temos trabalhado bola parada defensiva, infelizmente não foi o suficiente”, completou.