Auxiliar Paulo Antônio comenta empate do Avaí: "Ponto melhor que o futebol apresentado"

Substituindo o suspenso técnico Silas, auxiliar analisou atuação avaiana na Vila Capanema, após igualdade com Paraná Clube

Auxiliar Paulo Antônio comenta empate do Avaí: "Ponto melhor que o futebol apresentado"
(Foto: Divulgação / Avai FC)

Após o empate em 0 a 0 com o Paraná Clube, pela 15ª rodada, o auxiliar técnico do Avaí, Paulo Antônio foi enfático para afirmar que: "O ponto foi melhor do que o futebol apresentado". Nesta terça-feira (5), sem contar com o comando habitual do técnico Silas, suspenso, foi a quinta partida sem derrota do Avaí nesta sequência. Isto permite ao time deixar a luta direta contra o rebaixamento e ascender ao 12º posto da tabela da Série B do Campeonato Brasileiro.

Irmão de Silas, Paulo Antônio falou sobre o pouco funcionamento do ataque diante do adversário tricolor: "A gente está tentando construir esse jogo ofensivo fora de casa. Hoje melhorou um pouquinho, mas ainda estamos devendo. Fora de casa é mais difícil, pois as equipes pressionam mais. A gente precisa melhorar essa parte".

Sobre a defesa, a vantagem enxergada sobre o segundo jogo neste campeonato com a equipe saindo de campo sem sofrer tentos. "É importante pra defesa passar um jogo em branco. Hoje não sofremos na parte defensiva. Renan fez uma ou outra defesa".

A questão do calendário foi vista por Paulo Antônio da seguinte forma: "Muitas equipes do 4-2-3-1 estão até mudando esquema pelo sacrifício muito grande, por jogadores lesionados. Acompanhei notícias do Paraná e Robson teve essa dificuldade. Essa parada vai ser benéfica", comentou o comandante da noite, comemorando uma pausa de 10 dias sem partidas oficiais.

O auxiliar de Silas prosseguiu a entrevista exaltando as dificuldades da Série B do Campeonato Brasileiro e que, dos dez primeiros jogos na competição, o Avaí realizou seis fora do estádio da Ressacada.

Em relação à possível volta do lesionado meia Marquinhos, Paulo assim disse: "Não está confirmada ainda a volta do Marquinhos. Vamos ver a evolução dele, mas é uma ansiedade de todos, de nós, da torcida, porque ele é um ídolo".

Sobre a preocupação física de atletas que vem jogando, Paulo comentou das questões do atacante William e do meia Renato. Ele ainda analisou as mudanças táticas durante o jogo:

"Estávamos monitorando o William e o Renato pela maratona de jogos. Fizemos a opção de tirar o William no segundo tempo, para deixar o time mais leve com o Judson. Na esquerda, estávamos sofrendo por aquele lado e houve o Célio improvisado. Usamos o 4-2-3-1 no segundo tempo, com dois volantes. Dentro do próprio jogo, os atletas assimilaram a mudança", completou.