Caio Júnior avalia estreia positiva na Chapecoense: "O final poderia ser melhor"

Treinador teve uma estreia de luxo diante do Cruzeiro-MG, após jogo de cinco gols

Caio Júnior avalia estreia positiva na Chapecoense: "O final poderia ser melhor"
Com substituições precisas, caio foi o nome da partida (Foto:Divulgação/Chapecoense)

Com uma estreia de luxo pela Chapecoense frente ao Cruzeiro por 3 a 2, junto ao torcedor, Caio Júnior pôde comemorar esse triunfo vindo em boa hora, tanto para o técnico, quanto para o clube e sua torcida. Afinal a equipe alviverde precisava mais do que nunca mostrar serviço ao seu torcedor que, já estava inconformado com o resultado do final de semana anterior.

Sendo colocado como o destaque da partida, Caio resolveu deixar um pouco de lado seu próprio eu e exaltar um pouco seu torcedor, o qual estava em grande número na Arena Condá apoiando o time da casa. Segundo o treinador foi de suma importância seus gritos de vibração.

"Temos que ter os pés no chão sempre, nem se decepcionar na derrota e se empolgar na vitória. Vai ser difícil ganhar aqui, por causa do espírito, foi importante a ajuda do torcedor também. Eu queria dedicar a eles, foram decisivos na reta final do jogo", destacou o técnico.

Em sua análise da partida, o técnico avaliou que o final poderia ter se saido muito melhor para seus comandados, pois, para ele, o resultado foi injusto visando um gol duvidoso por parte da equipe mineira. O treinador em sua coletiva não poupou elogios aos seus atletas que, mesmo tendo saido atrás no placar conseguiram reverter.

"Foi sofrido, o final poderia ser melhor, o segundo gol foi um pouco injusto, nem vou comentar se foi mão ou não. O resultado foi justo, finalizamos mais e tivemos volume de jogo. Tomamos o gol muito cedo e isso foi o mais interessante. A reação vindo de um resultado ruim foi de time confiante, de grupo forte. Isso me animou muito. Mostramos uma equipe com personalidade boa."

Por fim, Caio Júnior falou um pouquinho sobre a direção alviverde: "Eu procurei em dois dias assimilar o máximo de informações. Eu falei no vestiário que estou no futebol há 30 anos e é raro eu ver uma atmosfera tão boa quanto a do clube. As pessoas do clube vivem com emoção e entrega e isso me motiva no futebol. Não imaginava que fosse tão bom esse ambiente interno", finalizou.