Corinthians divulga nota defendendo presidente Roberto de Andrade após nova acusação

Documento refuta acusação da Revista Época, que afirma assinatura de contrato do atual presidente, ainda como candidato, em acordo sobre estacionamento da Arena Corinthians

Corinthians divulga nota defendendo presidente Roberto de Andrade após nova acusação
Foto: Getty Images

A crise interna do Corinthians parece não ter fim. Após uma primeira notícia de que o atual presidente Roberto de Andrade teria assinado um documento dando garantias à construtora Odebrecht, ainda como candidato, a Revista Época noticiou que o presidente repetiu a ação e assinou um contrato de administração da empresa Omni ao estacionamento da Arena Corinthians, quase um mês antes da vitória de Roberto na eleição alvinegra.

Segundo a reportagem, uma reunião oficial aconteceu no dia 5 de fevereiro e a eleição foi dois dias depois. Já o contrato assinado no dia 10 de janeiro, teve assinatura e carimbo presidencial de Roberto, mas ele só viria ser presidente quase um mês depois.

A notícia não caiu bem no lado do Parque São Jorge e o clube tratou de emitir uma nota no começo dessa tarde desmentindo a reportagem e defendendo o presidente Roberto de Andrade. No documento, o clube trata como "falaciosa" e "fantasiosa" a reportagem da revista.

Confira a nota na íntegra:

"Novamente vítima de ataque injustificado à sua honra – sabe-se lá orquestrado por quem ou com qual objetivo –, o presidente Roberto de Andrade Souza vem a público reiterar que jamais fraudou qualquer documento, seja relacionado ao Corinthians, seja em sua vida pessoal ou profissional, como equivocadamente insiste a Revista Época. O contrato objeto desta última matéria foi comercialmente acordado entre as partes, redigido, validado pelo Departamento Jurídico do Clube e encaminhado para a assinatura das outras partes contratantes antes da eleição do Presidente Roberto. Quando o contrato retornou assinado pelas outras partes, Roberto de Andrade já era o presidente do Corinthians e já exercia regularmente seu mandato. A Revista Época foi devidamente informada de que o Presidente Roberto já estava no exercício do mandato quando assinou o documento, mas preferiu insistir em sua fantasiosa e falaciosa versão."